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Professor de Nutrição Com Mais de 100 Anos de Idade Ensina 7 Regras Para Uma Vida Longa e Saudável

 


Se você está em busca de uma longevidade com saúde, siga os conselhos desse nutricionista centenário.


Quais são os hábitos de vida você deseja ter quando chegar à velhice? Diante de tantos avanços científicos e na medicina, uma longevidade com saúde agora é uma realidade.

Mas para alcançar esse patamar, é recomendado seguir as três regras básicas e eficazes nomeadas por um Prêmio Nobel de Química ou, simplesmente, considerar os conselhos de quem chegou lá.

É o caso de John Scharffenberg, professor adjunto da escola de saúde pública da Universidade de Loma Linda, que aos 101 anos dirige um Toyota Prius vermelho e é uma estrela do YouTube. 

Ele compartilha dicas de uma vida saudável seguida por ele, incluindo jejum intermitente e uma dieta baseada em vegetais, e viaja pelo mundo para dar palestras sobre como viver mais tempo com pequenas  mudanças no estilo de vida.

Família do centenário não tem a característica de ser longeva 

A longevidade não é uma característica genética da família de Scharffenberg: sua mãe morreu aos 60 anos de Alzheimer e seu pai, aos 76, de ataque cardíaco.

O centenário acredita que sua sobrevivência além dos 100 anos se deve à sua maior atividade física em comparação com seus dois irmãos, que ele sobreviveu.

"A principal diferença é que eu me exercitava muito", afirmou Scharffenberg ao TODAY.com. "O momento da vida em que você se exercita é o mais importante, meia-idade, dos 40 aos 70 anos", acrescentou.

Segundo o especialista, é nessa época que você mais precisa, porque é quando as pessoas geralmente relaxam, têm mais dinheiro, compram mais comida, ficam mais sentadas, comem mais: "E esse é o caminho errado a seguir."

As doenças cardiovasculares são as principais responsáveis pela redução da vida das pessoas

Scharffenberg destaca que as doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco e derrame, são as principais causas de morte no mundo.

No entanto, a maioria dos casos pode ser evitada com um estilo de vida saudável, segundo a Organização Mundial da Saúde.

As 7 regras de estilo de vida para uma longevidade saudável

O nutricionista aconselha que as pessoas sigam essas sete regras de estilo de vida se desejam viver mais tempo:

1. Não use tabaco

O centenário nunca fumou, pois ressalta que o tabagismo prejudica quase todos os órgãos do corpo.

2. Não beba álcool

Ele afirma que nunca bebeu álcool e rejeita a ideia de que o consumo moderado é benéfico para a saúde. Estudos mostram que os benefícios para o coração são superados pelo aumento do risco de câncer.  Segundo a OMS, nenhuma quantidade de álcool é segura.

3. Exercícios físicos

"Embora eu seja nutricionista, acho que o exercício é ainda mais importante do que a nutrição", afirma o especialista, acrescentando que não é necessário "correr uma maratona".

Scharffenberg destaca que caminhar é um excelente exercício e cita um estudo que mostrou que pessoas que caminham mais de 3 quilômetros por dia têm metade da taxa de mortalidade em comparação com aquelas que caminham distâncias menores.

4. Mantenha um peso saudável

Estar acima do peso ou ter obesidade aumenta o risco de diabetes tipo 2, pressão alta, doenças cardíacas e câncer. Scharffenberg acredita que sobreviveu a seus irmãos devido à prática do jejum intermitente, fazendo duas refeições por dia - café da manhã e almoço - e pulando o jantar. Ele para de comer no início da tarde até as 6h30 da manhã seguinte.

5. Coma menos carne

Scharffenberg segue uma dieta vegetariana equilibrada desde os 20 anos. Sua alimentação é baseada em vegetais, com leite e ovos, e inclui frutas como manga e caqui, macadâmias, nozes, sementes e batatas.

6. Coma menos açúcar

Procure maneiras de modificar as receitas para ingerir menos açúcar, aconselha Scharffenberg. Ele gosta de waffles feitos com aveia, uma receita saudável criada por sua esposa. Em vez de encharcá-los com calda açucarada, ela os serve com creme de caju e bananas ou frutas vermelhas por cima.

7. Coma menos gordura saturada

A American Heart Association recomenda que menos de 6% das calorias sejam provenientes de gordura saturada, o que significa essencialmente uma dieta vegetariana, afirma Scharffenberg. "A dieta ideal é a dieta vegetariana", ressalta ele ao público durante suas palestras: "Rezo para que todos vocês vivam o estilo de vida correto."

FONTE: MSN

Como Controlar o Diabetes Através de uma Dieta Saudável

 

Como Controlar o Diabetes Através de uma Dieta Saudável

O diabetes é uma condição crónica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora o tratamento médico seja fundamental para o seu controlo, uma dieta saudável desempenha um papel vital na gestão dos níveis de glicose no sangue, promovendo o bem-estar e prevenindo complicações. Neste artigo, vamos explorar como uma alimentação adequada pode ser uma poderosa ferramenta no controlo do diabetes.

O Que é o Diabetes e Como a Alimentação Afeta?

O diabetes ocorre quando o corpo não consegue produzir insulina suficiente ou não a utiliza de forma eficaz. A insulina é uma hormona que ajuda as células a absorver a glicose, utilizada como energia. Quando esse processo é comprometido, os níveis de açúcar no sangue aumentam, resultando em hiperglicemia, que pode levar a problemas graves, como doenças cardíacas, lesões nos nervos e problemas renais.

Uma alimentação equilibrada e planeada é essencial para controlar o diabetes. Ao ingerir os alimentos certos, é possível evitar picos de glicose no sangue e manter a energia estável ao longo do dia.

Principais Dicas para Controlar o Diabetes com a Dieta

  1. Escolha de Carboidratos Inteligentes Os carboidratos afetam diretamente os níveis de glicose no sangue, por isso é importante escolher fontes que tenham um impacto mais lento e controlado. Priorize alimentos ricos em fibras, como:

    Evite os carboidratos refinados, como pão branco, arroz branco, bolos e bolachas processadas, que podem causar picos rápidos de glicose.

  2. Controle o Tamanho das Porções Mesmo alimentos saudáveis podem causar aumento nos níveis de açúcar no sangue se consumidos em excesso. É essencial controlar o tamanho das porções. Use medidas de referência, como:

    Comer pequenas porções várias vezes ao dia também ajuda a estabilizar os níveis de glicose.

  3. Inclua Proteínas Magras As proteínas são essenciais para a manutenção da massa muscular e podem ajudar a reduzir o apetite sem elevar os níveis de glicose. Escolha proteínas magras, como:

    Combine proteínas com carboidratos em refeições para retardar a digestão e evitar picos de açúcar.

  4. Aposte em Gorduras Saudáveis Nem todas as gorduras são prejudiciais. As gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas ajudam a controlar os níveis de colesterol e podem ser benéficas para o coração. Inclua fontes saudáveis de gordura como:

    No entanto, evite as gorduras trans e saturadas, presentes em alimentos fritos e produtos industrializados.

  5. Aumente o Consumo de Fibras As fibras ajudam a retardar a absorção de açúcar no sangue, controlando os níveis de glicose e melhorando a saúde digestiva. Boas fontes de fibra incluem:

    A fibra também promove a sensação de saciedade, ajudando a evitar excessos.

  6. Evite Açúcares Processados O açúcar simples e os alimentos processados com açúcares adicionados podem elevar rapidamente os níveis de glicose. Troque refrigerantes, sumos industrializados e doces por alternativas mais saudáveis, como:

  7. Beba Bastante Água A hidratação é muitas vezes negligenciada, mas é vital no controlo do diabetes. Beber água regularmente ajuda a manter os níveis de glicose sob controlo e previne a desidratação, que pode complicar o quadro de diabetes.

Alimentos que Devem Ser Evitados

Alguns alimentos podem piorar o controlo do diabetes e devem ser consumidos com extrema moderação, ou evitados:

A Importância de um Plano Alimentar Personalizado

Cada pessoa com diabetes é diferente, e o que funciona para um pode não ser eficaz para outro. Por isso, é essencial consultar um nutricionista para elaborar um plano alimentar personalizado, ajustado às necessidades específicas do seu corpo, rotina e metas de saúde.

O plano deve considerar:

Conclusão

Controlar o diabetes através de uma dieta saudável requer planeamento e escolhas alimentares conscientes. Ao optar por carboidratos ricos em fibras, proteínas magras, gorduras saudáveis e ao evitar açúcares processados, pode-se manter os níveis de glicose estáveis e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida.

Lembre-se de que a alimentação equilibrada, aliada à prática regular de atividade física e ao acompanhamento médico, pode ser a chave para viver bem com o diabetes.

Para mais informações sobre o controlo do diabetes e dicas de alimentação saudável, consulte profissionais de saúde qualificados.

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As 7 melhores combinações de alimentos para perder peso

Mês passado, um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition revelou que saladas seriam mais potentes sob o ponto de vista nutricional, se também houvesse ovos entre seus ingredientes. A razão: os ovos fazem com que o corpo consiga absorver mais facilmente os carotenóides, os pigmentos que dão cor aos vegetais — e ajudam a combater o ganho de peso. Aqui estão 7 outras combinações ideais, cada uma trazendo seus talentos nutricionais únicos, para lhe ajudar a se manter em forma, cumprimentos do novo livro de receitas Zero Belly Cookbook.
Combo para perda de peso #7
Atum + gengibre
Quer arrasar de biquíni na praia? A solução está no oceano — ou pelo menos no restaurante japonês próximo a ele. Combinar um sushi ou sashimi de atum com gengibre, pode ajudar a sua barriga a parecer menor, imediatamente. O gengibre acelera o esvaziamento gástrico, que ajuda a diminuir o visual inchado bem depressa. Ele também bloqueia diversos genes e enzimas que promovem inflamações causadoras do inchaço no organismo. O papel do atum também é crucial; é uma ótima fonte de ácido docosahexaenóico, um tipo de ômega 3 capaz de afastar as substâncias químicas do estresse, que promovem o armazenamento de gordura, além de reduzir a ação de alguns genes no estômago, impedindo que as células de gordura do abdômen cresçam.

Potencialize o combo: Coma o gengibre com seu sushi de arroz integral — mas dispense o shoyu. Uma única colher de sopa tem mais de 1000mg de sódio (mais que um Big Mac!), um dos maiores causadores da retenção de líquidos.
Combo para perda de peso #6
Espinafre + óleo de abacate
Se você está cansada da sua salada de sempre, feita com espinafre e azeite de oliva, mude um pouco e use o óleo de abacate. Feito a partir de abacates prensados, ele é rico em gorduras monoinsaturadas, excelentes para o coração, que podem ajudar a melhorar os níveis de colesterol e afastar a fome. Ele ainda contém vitaminas B e E e potássio, uma arma poderosa para acabar com o inchaço. Enquanto isso, o espinafre vai saciá-la de forma saudável, por ser rico em nutrientes, e pobre em calorias. Estudos mostram que mulheres que comem alimentos com alto teor de água, como folhas verdes, têm IMCs e cinturas menores do que aquelas que não os ingerem. Aposte nos alimentos verdes para ficar esbelta.
Potencialize o combo: salteie uma xícara de espinafre com uma colher de sopa de óleo de abacate para ter um acompanhamento rápido, fácil e nutritivo. O óleo de abacate também combina com pães integrais, peixes e pizzas caseiras.

Combo para perda de peso #5
Milho + feijão
Comer feijão pode até não parecer a melhor maneira de perder peso ou de reduzir o inchaço, mas dê uma chance a ele. Uma dieta com um número restrito de calorias, que inclua quatro porções semanais de leguminosas ricas em proteína e fibras, comprovadamente ajuda a perder mais peso do que uma dieta que não inclua feijão, de acordo com pesquisadores espanhóis. E combinar o feijão com milho pode potencializar o efeito emagrecedor. Milho — assim como as bananas e o macarrão frio — contém amido resistente, um carboidrato que evita a digestão. Assim, o corpo não é capaz de absorver grande parte das calorias e da glicose, um nutriente que é estocado como gordura, se não for queimado.
Potencialize o combo: faça um acompanhamento rápido e fácil de milho e feijão. Junte latas de milho e feijão (sem sal e sem BPA) em uma frigideira, em fogo médio. Tempere com pimenta do reino e coentro. Adicione vegetais à mistura, para fazer uma salada emagrecedora, use como molho para um frango grelhado, ou coma com um pão pita integral para um almoço rápido e prático.

Combo para perda de peso #4
Melão + uvas vermelhas
Combata a gordura e acabe com o inchaço com uma salada de frutas feita de melão e uvas vermelhas. O melão é um diurético natural que ajuda a combater a retenção de líquidos, responsável por lhe fazer sentir-se inchada mesmo quando tem um abdômen tonificado. As uvas vermelhas atuam como aliadas extras, já que contêm um antioxidante chamado antocianina, que ajuda a acalmar a ação de genes que estocam gorduras. Essa dupla dinâmica é uma sobremesa saudável e deliciosa, perfeita para o verão.
Potencialize o combo: coloque os dois em uma salada de frutas — e adicione alguma outra fruta vermelha. Elas possuem uma grande quantidade de fitonutrientes — compostos poderosos que derretem a gordura abdominal — segundo pesquisas do novo livro Zero Belly Diet.

Combo para perda de peso #3
Pimenta caiena + frango
Que tal jantar frango hoje? Alimentos ricos em proteínas, como o frango, não apenas promovem a saciedade, mas também ajudam a comer menos nas próximas refeições, de acordo com estudos. Adicionar pimenta caiena, potencializa a queima de gordura. Um composto presente na pimenta, chamado capsaicina, inibe o apetite e aumenta a capacidade do corpo de converter os alimentos em energia. O consumo diário de capsaicina acelera a perda de gordura abdominal, segundo um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Potencialize o combo: apenas 1 grama de pimenta vermelha (cerca de ½ colher de chá) pode ajudar a controlar o apetite e aumentar a queima de calorias após a refeição, de acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos. Então vá além do frango e tempere peixes grelhados, carnes e ovos com uma pitada de pimenta!

Combo para perda de peso #2
Batatas + pimenta
Graças à adoração recente pelas dietas sem carboidratos, as batatas foram adicionadas à lista negra dos alimentos. No entanto, um olhar mais detalhado revelou que elas podem ajudar na perda de peso. Pesquisadores australianos descobriram que as batatas saciam mais do que alimentos ricos em fibras como o arroz integral e a aveia — e são uma ótima fonte de potássio, que combate o inchaço, então você vai parecer mais esbelta, quase imediatamente. Lembre-se de esquecer a manteiga e substituí-la pela pimenta. A piperina, composto poderoso que dá gosto à pimenta do reino, pode interferir na formação de novas células gordurosas — uma reação conhecida como adipogênese — o que pode ajudar a diminuir a cintura, eliminar gordura e reduzir os níveis de colesterol.
Potencialize o combo: experimente comer meia batata assada com um pouco de azeite de oliva e pimenta fresca — e não apenas como um acompanhamento. Este prato também é uma opção para o lanche!

Combo para perda de peso #1
Café + canela
Da próxima vez que for ao Starbucks, acabe com a gordura e afaste a fome ao adicionar canela ao seu café. A canela é saborosa, praticamente não contém calorias e possui antioxidantes poderosos que comprovadamente reduzem o acúmulo de gordura abdominal. Combine-a com um copo de cafeína, que ajuda a inibir o apetite, e você estará perdendo peso desde as primeiras horas da manhã.
Potencialize o combo: se estiver fazendo café em casa, adicione a canela aos grãos de café para um gosto ainda melhor, e os mesmos benefícios para a perda de peso. [Fonte: Yahoo]

Cinco dicas para reduzir o açúcar que consumimos sem perceber

Segundo a OMS, o ideal é que o açúcar componha apenas 5% da dieta - e isso inclui aquele presente em alimentos que nem imaginamos.



Pense em um quilo de açúcar. Sim, um desses pacotes que compramos no supermercado e com o qual podemos encher o açucareiro várias vezes.
Parece muito, não? Mas é a mesma quantidade que um adulto consome, em média, em duas semanas. E os adolescentes ingerem um pouco mais.
Muitos se surpreenderão de que seja tanto. Sabemos em quais alimentos é óbvio que haja açúcar, como chocolates e biscoitos. Mas também há grandes quantidades "escondidas" em outras comidas que não necessariamente são consideradas doces.
A BBC preparou algumas dicas para que você diminua a quantidade de açúcar que consome no seu dia a dia, para assim ter uma vida mais saudável.
1. Qual deve ser o limite diário?
Em março de 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reduziu sua recomendação de consumo diário de açúcar para uma dieta saudável a 5% do total de calorias ingeridas. O limite máximo é de 10%.

Essa recomendação é um desafio, considerando os hábitos alimentares de hoje em dia. Nos países ocidentais, o açúcar pode representar até 15% da ingestão diária de fontes de energia.
No entanto, alguns nutricionistas vão além e recomendam o consumo de menos de 3% na dieta.
Esses limites são para todos os tipos de açúcar contidos nos alimentos, tanto os naturais – os existentes no mel, leite e sucos de fruta, por exemplo – como o açúcar cristal e o refinado, porque o corpo não distingue a diferença entre suas versões naturais e processadas.
Na prática, todos os tipos de açúcar são transformados em glicose e frutose e acabam processados pelo fígado.
Açúcar Bem Estar Interatividade (Foto: Scx.hu)Ideal é que adulto consuma no máximo 12 colheres de chá de açúcar por dia (Foto: Scx.hu)
2. Quanto é isso em colheres de chá?
Esta é a recomendação da OMS para uma pessoa adulta que consuma aproximadamente 2 mil calorias por dia:

O limite máximo de 10% corresponde a 50 gramas de açúcar por dia, o que corresponde a mais ou menos 12 colheres de chá.
Para seguir o limite considerado ideal, de 5%, é preciso cortar os números acima pela metade.
3. Quanto açúcar há numa lata de refrigerante?
Só uma lata do tamanho convencional, de 330 ml, contém, em açúcares, o equivalente a nove colheres de chá, ou seja, mais que a quantidade ideal recomendada pela OMS.

São 36 gramas em uma lata de refrigerante de cola. A versão light, por sua vez, tem zero açúcar.
4. Quanto de açúcar há 'escondido' em alimentos não considerados doces?
As bebidas que mais contém açúcar são (da maior quantidade para a menor): milkshakes, refrigerantes, água com sabor de frutas, energéticos e sucos de fruta artificiais. Essas bebidas não nos deixam tão satisfeitos como comidas sólidas que não são doces, mas têm o mesmo número de calorias.


Refrigerante (Foto: Mario Tama/Getty Images North America/AFP)Refrigerante é uma das bebidas que mais contêm açúcar (Foto: Mario Tama/Getty Images North America/AFP)
Um suco de laranja de 150 mil contém 12,9 gramas de açúcar, equivalente a 3 colheres (de chá) de açúcar.
A recomendação para as crianças é a de consumir água ou leite (sem açúcar) em vez de refrescos e sucos de fruta com adição de açúcar.
O álcool também é um problema: segundo dados de uma pesquisa feita no Reino Unido entre 2008 e 2012, 10% do total de açúcar consumido pelos adultos vêm de bebidas alcoólicas.
Em segundo lugar vêm os molhos: molho barbecue, ketchup ou molho agridoce... todos têm açúcar. Algumas colheres de molho podem contar a mesma quantidade de açúcar que um donut.
Por sua vez, um iogurte de fruta de 125 gramas contém 15,9 gramas de açúcar. A mesma quantidade de iogurte natural tem 11,6 gramas, segundo a Public Health England.
E alguns produtos "light" ou "diet" também não são necessariamente são seguros, porque, para potencializar o sabor, os fabricantes compensa o baixo teor de gordura acrescentando mais açúcar.
5. Como calcular o quanto de açúcar há em algum produto?
Essa pode ser uma tarefa confusa porque, nos rótulos, o açúcar pode aparecer sob diferentes nomes.

Mas quase todos eles terminam em "ose": glicose, frutose, sacarose, lactose, maltose, xarope de milho, que contém frutose concentrada.
Entretanto, um bom jeito de calcular o açúcar presente é se concentrar no item "Carboidratos (dos quais açúcares)".
Em geral, se há mais de 15 gramas de açúcar por 100 gramas, é considerado um produto com alto teor de açúcar.
Se for 5 gramas por cada 100 gramas, é um produto com baixo teor de açúcar.[Fonte: G1]

Dieta mediterrânea auxilia até mesmo a retardar envelhecimento do DNA

A dieta mediterrânea é sabidamente conhecida por seus benefícios para saúde, mas uma nova pesquisa aponta que ela ajuda inclusive a manter a juventude genética, informou nesta quarta-feira (04/12/2014), a revista médica "British Medical Journal" (BMJ).

O consumo de verduras, peixes, fruta e azeite de oliva ajudam a evitar o envelhecimento do DNA, de acordo com o estudo da Universidade de Harvard, que analisou o impacto da dieta nos telômeros, estrutura localizada na ponta dos cromossomos que protegem os códigos genéticos.

À medida que envelhecemos, os telômeros diminuem e sua integridade e sua estrutura fica debilitada, o que está associado ao desenvolvimento de doenças cardíacas e alguns tipos de câncer.

Os autores do estudo acompanharam de perto a saúde de 4.676 enfermeiras de meia idade durante um período de dez anos e avaliaram o impacto da dieta nos telômeros.

Os pesquisadores descobriram uma relação entre a dieta mediterrânea e telômeros mais longos. As enfermeiras que consumiam de maneira regular peixes, frutas e azeite tinham esta estrutura mais saudável e longa.

"Em resumo, aderir a uma dieta mediterrânea está muito associado com a longitude dos telômeros, um marcador de envelhecimento biológico", apontou a pesquisa.

Os resultados só reforçam os benefícios de se adotar a dieta em prol da saúde e da longevidade, afirmaram os especialistas.

Ao saber do estudo, a Fundação Britânica do Coração disse que os resultados reforçam a recomendação deste tipo de dieta equilibrada para reduzir o risco de desenvolver doenças cardíacas.[Fonte: Terra]

Dieta do Mediterrâneo:


Como funciona a Dieta do Mediterrâneo?

Dieta é baseada na alimentação dos países que formam a região do mediterrâneo como Itália, Espanha, Grécia, Egito, Líbia, Marrocos, Turquia e Líbano, países banhados pelo mar Mediterrâneo. Embora esses países sejam diferentes em relação à cultura, religião e política, compartilham muitas semelhanças, como o clima, temperatura e solo que influenciam na agricultura e, consequentemente, nos costumes alimentares da população dessa região.

O cardápio mediterrâneo se caracteriza pela riqueza do consumo de frutas, hortaliças (verduras e legumes), cereais, leguminosas (grão-de-bico, lentilha), oleaginosas (amêndoas, azeitonas, nozes), peixes, leite e derivados (iogurte, queijos), vinho, azeite de oliva e uma enorme variedade de ervas de cheiro, que dão cor e sabor especiais a esta culinária. Além disso, é caracterizado por um baixo consumo de carnes vermelhas, gorduras de origem animal, produtos industrializados e doces, alimentos ricos em gordura e açúcar.

Para seguir a dieta é simples, recomenda-se adotar os mesmos hábitos alimentares dessa população. Incluindo em suas refeições os seguintes alimentos:

Frutas e hortaliças:Esses alimentos possuemgrande quantidade de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes que iram ajudar a prevenir o câncer.

Cereais:Fontes de carboidratos fornecem energia para o nosso organismo. Os cereais integrais, além de fornecer energia, também são fontes de fibras, nutrientes, minerais (zinco, fósforo, magnésio), vitaminas e energia.

Leguminosas:São fundamentais para uma alimentação saudável, possuem fibras e proteínas vegetais, por isso, o consumo regular combate a constipação, evitando o câncer de intestino e diminuem o nível do colesterol ruim (LDL) prevenindo o aparecimento das doenças cardiovasculares.

Oleaginosas: Fornecem as gorduras boas (mono e polinsaturadas), que ajudam a reduzir o colesterol. Possuem Vitamina E e Selênio, que apresentam importante ação antioxidante.

Peixes:Ricos em ácidos graxos ômega – 3, proporcionados à nossa saúde diversos benefícios, como: diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral, redução da pressão arterial, ação anti-inflamatória, diminuição das taxas de triglicérides e colesterol total no sangue.

Leite e derivados:São fontes de cálcio que contribui para a prevenção da osteoporose.

Vinho tinto:Possui em sua composição uma alta quantidade de flavonóides (antioxidantes), o vinho tinto evita a formação de placas de gorduras na parte interna dos vasos sanguíneos, assim, diminui o risco de doenças cardiovasculares.

Azeite de oliva: É rico em ácido graxo monoinsaturado, que auxilia no aumento do colesterol "bom" (HDL), favorecendo nosso coração.

Vantagens da Dieta do Mediterrâneo

A dieta mediterrânea possui alimentos fontes de vitaminas, minerais, ácidos graxos mono e poli-insaturados, fibras e antioxidantes. Além disso, possui como vantagem o baixo consumo de alimentos ricos em gordura saturada, como as carnes vermelhas e produtos lácteos gordurosos. Diminuindo assim, o risco de doenças crônicas não transmissíveis, aumentando a longevidade.

Desvantagens da Dieta do Mediterrâneo

Uma das únicas desvantagens apontadas na dieta do mediterrâneo está relacionada à ingestão do vinho. O vinho deve ser consumido com moderação, não ultrapassando uma taça ao dia. [Fonte: Dieta e Saúde]

Chá verde: bebida que ajuda a diminuir a gordura corporal

O chá verde veio direto da China, trazendo propriedades para saúde e emagrecimento
Oriundo da planta Camellia sinensis, a mesma que origina os chás preto e branco, o chá verde tem suas folhas colocadas sob vapor e depois, secas, por isso contém propriedades diferentes. Desta forma previne-se oxidação dos ingredientes e preservam-se os nutrientes. Entre os derivados da erva, esse é o chá mais popular no Brasil e foi alvo de mais estudos do que seus "irmãos". Estima-se que a bebida corresponde entre 80 e 90% da produção de chá chinês, terra natal dessa planta, que hoje é cultivada em todo o mundo.
Há uma lenda na mitologia chinesa para o chá verde. No ano de 2737 a.C, o imperador Shen Nung costumava tomar água fervida para ter longevidade e uma vida mais saudável. Em uma tarde, enquanto ele fervia sua água de sempre, algumas folhas voaram e caíram em seu pote. Ele experimentou e adorou o sabor, batizando esse chá de "bebida dos céus". Para o paladar de hoje, porém, o gosto do chá é considerado amargo.
Não existe uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois a variação de nutrientes na folha depende muito da forma como essa erva foi plantada, adubada e tratada. Até a região em que aCamellia sinensis é plantada interfere em sua composição nutricional. Por isso que ao comparar tabelas nutricionais de diferentes marcas de chá verde, você pode encontrar diferenças, já que elas correspondem a todos esses fatores.
Porém, sabe-se que ele é rico em flavonoides chamados catequinas, fitoquímicos responsáveis pela maior parte de suas propriedades para a saúde. O chá também é rico em cafeína, a quantidade pode variar de 10 a 86 mg por folha. A quantidade máxima de chá verde indicada é de 4 xícaras ao dia, ou 600 ml. Mais do que isso é passível de efeitos colaterais. 

Benefícios do chá verde

Atua na composição de gorduras do corpo Alguns estudos preliminares apontam que umas das catequinas mais presentes no chá verde, a epigalocatequina galato (EGCG), estimula diversas enzimas que controlam o metabolismo das gorduras, inclusive incentivando a quebra delas. Isso faz com que elas sejam mais bem usadas pelo nosso organismo, não ficando apenas paradas no tecido adiposo. Além de promover o emagrecimento, as pessoas que tomam o chá verde obtém uma melhor composição adiposa no organismo, o que reduz as chances de diversas doenças aparecem, como diabetes e hipertensão. Porém, são necessários mais estudos que comprovem mesmo essa ação.
Traz saciedade Outras pesquisas indicam que as catequinas interagem com os receptores da leptina, hormônio relacionado à sensação de saciedade do nosso organismo. Ou seja, o consumo do chá nas quantidades recomendadas evita que você coma mais do que o necessário para seu organismo. 
Acelera o metabolismo O chá verde também é conhecido por seu efeito termogênico. Mas ele pode ir além, um artigo publicado em 2011 no jornal científico Obesity Reviews sugere que os polifenois do chá inibem a ação de uma enzima, dessa forma agindo junto com a cafeína, aumentando sua ação de termogênese e a oxidação das gorduras. O primeiro mecanismo faz com que o metabolismo funcione mais rapidamente, o que queima mais energia do nosso corpo, evitando que ela se torne gordura e se acumule. Já o último faz com que a gordura seja utilizada e reduz seu acúmulo também. 
É um potente antioxidante As catequinas do chá verde tem o poder de combater os radicais livres em nosso organismo. Por isso mesmo a bebida atua na prevenção e/ou tratamento de doenças crônicas como câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, além de ajudarem no antienvelhecimento da pele. Alguns especialistas chegam a mensurar que o poder antioxidante desses nutrientes é maior do que a vitamina C ou E. Um estudo feito na China em 2003, por exemplo, revelou que mulheres que consomem chá verde tem menor risco de adquirirem um câncer de mama.
Combate o colesterol Mais uma vez, o prêmio vai para as catequinas EGCG. Uma pequena fração do colesterol que temos é produzido no corpo, mas a maior parte vem da alimentação. As EGCG reduzem a absorção desse nutriente no nosso intestino, reduzindo assim sua quantidade em nosso corpo. Porém os estudos mostram mais sua ação na redução do LDL, considerado o colesterol ruim, e não no aumento do HDL, o mocinho da história. Além disso, outros polifenois chamados de taninos também estão relacionados a essa redução do LDL, de acordo com alguns estudos.
Melhora o humor Existe um aminoácido no Chá Verde chamado L-teanina que é exclusivo dessa planta e deve consistir em cerca de 2% do seu peso. Quando ele é liberado em nosso corpo, vai para o cérebro e lá aumenta a produção de dopamina e serotonina, neurotransmissores que estão ligados à sensação de bem-estar. Ele também aumenta a produção de ondas alfa no cérebro, o que eleva a sensação de relaxamento, de acordo com um estudo feito no Japão em 2005. Como se tudo isso não bastasse, os flavonoides modulam a noradrenalina, hormônio que também está relacionado com a ansiedade. Por fim, a vitamina C, presente no chá mesmo que em baixas quantidades, atua no hormônio cortisol, que sempre é produzido no corpo em situações de estresse e está envolvida na produção da serotonina. Vale a pena consumir o chá, portanto, com sucos de frutas cítricas. 
Otimiza a digestão Mas a ação do chá verde é diferente dos outros chás digestivos, que trabalham aumentando os sucos gástricos! Sua atução nesse processo ocorre, possivelmente, devido a alguns compostos bioativos que ele traz em sua composição, e que estimulam a microbiota do intestino, também conhecida como flora intestinal. Essas bactérias são responsáveis por ajudar no trabalho de digestão, principalmente de algumas vitaminas. Como um benefício extra, estimular as bactérias do organismo também melhora a imunidade. 
Protege nossa cognição Ainda não é 100% certo, mas alguns estudos têm demonstrado que o consumo de chá verde pode afastar doenças relacionadas ao declínio da mente, como Alzheimer. Um estudo realizado na Austrália revelou que a bebida pode proteger o cérebro de certos tipos de demência, pois os compostos polifenóis presentes no chá podem apresentar propriedades neuroprotetoras, principalmente contra duas substâncias danosas nessa doença: o peróxido de hidrogênio e uma proteína chamada beta-amiloide. Porém, mais estudos precisam ser feitos antes de darem o veredito final sobre esse benefício.

Compare o chá verde com outros alimentos

Chá verde é rico em catequinas, substâncias antioxidantes
Como não há uma tabela nutricional oficial do chá verde, pois sua composição depende de diversas condições de plantio e terra, é mais difícil comparar os valores nutricionais do chá verde com outros alimentos. Porém, é possível confrontarmos alguns valores e propriedades já conhecidos, confira:
  • As propriedades digestivas do chá verde são diferentes de qualquer outro chá, como hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Isso porque, enquanto esses atuam estimulando os sucos gástricos, o chá verde parece melhorar a atividade das bactérias boas do intestino, conhecidas como microbiota intestinal, apesar de não haverem comprovações científicas ainda.
  • A quantidade de cafeína no chá verde é semelhante ao café. Enquanto o último têm 73 mg de cafeína em 60 ml, bem menos do que uma xícara, o chá verde pode conter até 80 mg do nutriente a cada 150 ml, ou seja, uma xícara de chá. Uma quantidade bem maior, e ainda com a vantagem de trazer outras propriedades benéficas para saúde e um efeito calmante que se equilibra com a cafeína. Porém, lembre-se que consumir o chá verde logo após as refeições, como fazemos com o cafezinho, pode prejudicar a absorção do ferro, pois ele contém uma quantidade baixa de taninos, como todo já, que se prende ao mineral dificultando sua absorção.

Quantidade recomendada de chá verde

Os estudiosos se dividem quanto à quantidade ideal de chá verde ao dia. Alguns comentam para se consumir entre três a quatro xícaras, outros para consumir até seis. Como a partir de 600 ml de ingestão diária começam alguns efeitos colaterais, o melhor é não ultrapassar essa quantidade, que equivale a quatro xícaras de chá por dia. A vantagem de seguir essa quantidade é reduzir um pouco a diurese excessiva provocada pela ingestão dessa bebida.

Riscos

Quando consumido em altas doses, o chá verde pode sim fazer mal. A grande quantidade de cafeína pode causar insônia, apesar dos efeitos calmantes do chá, e também levar à gastrite, por aumentar a secreção gástrica.
Ultrapassar a ingestão recomendada de 600 ml também pode reduzir a absorção de diversos nutrientes, como o ferro e cálcio, sendo que a ausência do último é perigosa para mulheres na menopausa. Por isso, mesmo consumindo apenas essa quantidade, é muito importante não tomar o chá verde durante as refeições. 

Contraindicações

Gestantes devem evitar tomar o chá verde, pois ele pode reduzir o fluxo da sangue para a placeta, dificultando o desenvolvimento do feto. 
Pessoas com hipertireoidismo também devem evitar o chá, já que elas estão mais propensas à aceleração do metabolismo, devido a maior produção de hormônios da tireoide. Também é contraindicado a hipertensos, pessoas com glaucoma e irritações gástricas. 
O chá verde também pode ter interações medicamentosas com remédios que estimulam o sistema nervoso simpático, portanto ele não é indicado para quem os ingere. Vale consultar seu médico antes de começar a tomar.

Como consumir o chá verde

O chá verde pode ser encontrado em pó, saquinhos e até mesmo cápsulas. Mas nenhuma dessas versões preserva os nutrientes originais e mais importantes do chá como as folhas da erva, que deve ser preparada em forma de infusão.
Mas é preciso tomar alguns cuidados ao preparar seu chá verde em casa. Ao fazer a infusão é muito importante não deixar a água ferver. Coloque a água no fogo e espere formar as primeiras bolhas. Então, acrescente duas colheres de sopa na água, desligue o fogo e deixe por cinco a dez minutos, abafando. Para reduzir o efeito estimulante, experimente descartar essa primeira água e então repetir o processo. 

Onde encontrar

O chá verde pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, supermercados e ervanários. Mas é preciso tomar muito cuidado com a procedência, principalmente se você for comprar a erva natural.

Receitas com chá verde

Suco verde energizante feito com o chá verde é uma forma de amenizar o gosto amargo
Quer começar a aproveitar o chá verde desde já? Se você não está com coragem de tomá-lo puro, devido ao sabor amargo e adstringente, experimente algumas receitas que melhoram o gosto e acrescentam ingredientes também muito nutritivos.



Fontes consultadas
Nutricionista Juliet Marzalek, de Curitiba
Nutricionista Tânia Rodrigues, da RG Nutri Consultoria Nutricional, em São Paulo
Nutrólogo Roberto Navarro (CRM SP 78.392), membro da Sociedade Brasileira de Nutrologia (Abran) [Fonte: Yahoo]

O que são 2000 calorias?



200 calorias em apenas 41 gramas do salgadinho Doritos - disponível em embalagens de 55, 110 e 200 gramas
Se você está de dieta e fica vendo o valor calórico de absolutamente todos os alimentos do planeta, com certeza você conhece a tabelinha nutricional que acompanha os produtos. Já reparou que, em todos eles, você pode ver um asterisco no final da tabela escrito baseado em uma dieta diária de 2000 calorias?
Até aí tudo bem, mas o que diabos significam 2000 calorias? Você come isso por dia, ou come mais? Aquelas trinta cenouras que você devorou no almoço não podem somar 2000 calorias… ou podem?
Para resolver todas as nossas dúvidas, o Buzzfeed  fez um vídeo sobre o que são essas tão faladas 2000 calorias. Acompanhe abaixo.
Agora, se isso não ajuda a sua dieta nem um pouco, que tal 200 calorias em diversos tipo de alimentos? Como, por exemplo, 200 calorias em bacon…

Apenas 34 gramas de bacon são equivalentes a 200 calorias.
Ou 200 calorias em mini-cenouras, as fofas cenourinhas…

...Enquanto isso, são necessárias 570 gramas de cenourinhas para conseguir 200 calorias
Para mais dados assustadores que te faram repensar a sua dieta, veja a galeria abaixo. Mas, você acha que é necessário medir todas as calorias? O quanto cada comida representa de energia no seu corpo vai fazer a diferença? Deixe seu comentário! (Fonte: Veja SP)

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