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A Felicidade é Contagiante!!!

A felicidade é contagiante e se propaga "por ondas" dentro de círculos de amigos ou de membros de uma família, mas não entre colegas de trabalho, revela um estudo que será publicado nesta sexta-feira pelo British Medical Journal (BJM).



Os autores do estudo estabeleceram que grupos de pessoas felizes e infelizes se constituem segundo critérios de proximidade social e geográfica. Por exemplo, a probabilidade de que uma pessoa seja feliz aumenta 42% se um amigo que mora a menos de 800 metros dele é feliz. Este número cai para 25% se o amigo mora a menos de 1,5 km, e continua declinando a medida que aumenta a distância.
As chances de felicidade aumentam em 8% em caso de convivência com um parceiro feliz, em 14% se um parente próximo feliz mora na vizinhança, e até em 34% em caso de vizinhos felizes.
"As variações no nível de felicidade de um indivíduo podem se propagar por ondas dentro de grupos sociais e fomentar uma ampla estrutura dentro de uma rede, criando assim grupos de pessoas felizes ou infelizes", consideraram os autores do estudo, os professores Nicholas Christakis, da Harvard Medical School, e james Fowler, da universidade de San Diego.
Contudo, esta tendência não se verifica no trabalho. "Os colegas de trabalho não afetam o nível de felicidade, o que faz pensar que o contexto social pode limitar a propagação de estados emocionais", segundo o estudo.
"Este estudo revolucionário pode influenciar a saúde pública", avisou o BMJ em seu comunicado.
"Se a felicidade se transmite, de fato, através das relações sociais, isso pode contribbuir indiretamente à transmissão semelhante da boa saúde, o que tem sérias implicações para a elaboração das políticas", avaliou a publicação. O estudo foi realizado com 5.124 adultos de 21 a 70 anos, entre 1971 e 2003. (Fonte: Yahoo Notícias)

Escutar boa música é bom para o coração

Ouvir as músicas preferidas faz bem ao sistema cardiovascular, afirma um estudo americano divulgado nesta terça-feira.


Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland, que já tinham mostrado, em 2005, uma relação entre o riso e a performance cardíaca, encontraram agora benefícios para o coração no ato de ouvir música agradável.
"Já tínhamos demonstrado que emoções positivas, como o riso, são boas para a saúde vascular, mas a pergunta lógica era se outras emoções, provocadas, por exemplo, pela música, tinham o mesmo efeito", disse Michael Miller, diretor de Prevenção em Cardiologia do centro médico da Universidade de Maryland.
Miller fez com que uma dezena de estudantes escolhesse a música que "mais os deixava felizes" e os expôs a quatro tipos de som para comparar seu efeito sobre o sistema vascular: música apreciada pelo paciente, música estressante, áudio para relaxamento e canções engraçadas.
O diâmetro dos vasos sanguíneos foi ampliado em 26% com a música escolhida, enquanto a música estressante fez os vasos encolherem 6%.
"É impressionante a forte diferença antes e após se escutar uma música agradável, assim como entre uma música apreciada e uma estressante", disse Miller.
Com as músicas engraçadas, os vasos sanguíneos se dilataram 19%, enquanto a música de relaxamento produziu uma dilatação vascular de 11%.

A beleza e a vaidade são efêmeras...

Problemas amorosos fazem mal ao coração, alerta estudo

LONDRES (Reuters) - Grandes romances e filmes de sucesso já falavam disso. Os médicos sempre desconfiaram. E agora um estudo feito junto a 9.000 funcionários públicos britânicos confirma que é possível morrer devido a um "coração partido".
A pesquisa, publicada na revista Archives of Internal Medicine, concluiu que o estresse e a ansiedade de relações hostis e cheias de atritos podem aumentar o risco de doenças cardíacas. A chance de enfarto ou de dores no peito cresce 34 por cento, em comparação às pessoas que se dão bem com os cônjuges ou parceiros.
"A condição cardíaca de uma pessoa parece ser influenciada por relações íntimas negativas", escreveram os pesquisadores.
"Demonstramos que os aspectos negativos de relacionamentos íntimos estão associados a doenças coronarianas."
Outras pesquisas já haviam demonstrado que boas conexões sociais têm um "efeito protetor" contra doenças cardíacas, mas poucos estudos avaliaram como amizades e casamentos afetavam a saúde, segundo o epidemiologista Roberto De Vogli, do University College, de Londres, que dirigiu o estudo.
Foram avaliados funcionários públicos que preencheram questionários sobre aspectos negativos de seus relacionamentos com cônjuges ou amigos íntimos entre 1985-88 ou 1989-90.
(Por Michael Kahn)

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