365 DIAS DE ORAÇÃO - Oração Pedindo a Proteção dos Anjos de D'US - 3º Dia
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*3º DIA*
*ORAÇÃO PEDINDO A PROTEÇÃO DOS ANJOS DE D'US*
Que a Graça, a paz, a misericórdia e o amor do nosso Pai Celestial estejam
sobre nós! Ore ...
O principal objetivo deste blog é oferecer dicas, notícias e informações sobre temas relacionados a sua saúde e bem-estar.
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A beleza e a vaidade são efêmeras...
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Câncer
Câncer de mama triplica em mulheres jovens:
Pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologia mostra que, de raridade, casos passaram a freqüentes.
Pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologia mostra que, de raridade, casos passaram a freqüentes.
Em três anos, triplicou o número de mulheres que ainda nem completaram 40 anos, mas já foram vítimas do câncer de mama. Os dados são da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e mostram que, em 2003, a incidência desse tipo de tumor nas mais jovens era de 5,6%. De raridade, os casos passaram a ser recorrentes e, no ano passado, esse grupo passou a representar 16,8% das ocorrências da doença. O estudo foi feito com pacientes de todo País e acompanhou 315 mulheres. Além da convivência precoce com a doença, o novo perfil da incidência preocupa o presidente da SBM, Diógenes Baségio. “Os tumores em mulheres abaixo de 40 anos são, na maioria, muito agressivos e com chances aumentadas de apresentarem recorrência”, explica ele, responsável pela pesquisa. Ainda não há um mapeamento conclusivo sobre as causas do aumento de câncer de mama nas mais jovens. No entanto, os especialistas acreditam que o crescimento explosivo estaria relacionado à mudança de hábitos do sexo feminino.“Elas fumam mais hoje, casam mais tarde e, por isso, tomam anticoncepcionais por mais tempo. Estão bem mais estressadas atualmente. Todos esse fatores podem influenciar”, afirma o superintendente do Hospital Municipal do Tatuapé, Amaury Zatorre Amaral, unidade de saúde que, no mês passado, começou a realizar reconstrução mamária em vítimas do câncer. Quando o espelho de Elenice de Souza Silva e Santos refletia os indícios fortes do câncer de mama, ela ainda era considerada uma raridade para a medicina. O seio esquerdo era muito maior do que o direito. No auto-exame, sentia o caroço. Em 1997, no auge dos seus 38 anos, não era comum mulheres tão jovens desenvolverem a doença. “Ainda mais porque eu não tinha o perfil. Não fumava, não tinha casos na família e nem tomava hormônios. Tinha dois filhos e amamentado os dois”, lembra. O diagnóstico, entretanto, deu positivo para o câncer. A retirada da mama foi necessária, além das sessões de quimioterapia. Só há dois anos, um sinal da genética apareceu. A mãe de Elenice também teve tumor maligno na mama. De acordo com Sérgio Melo, diretor da Unidade de Tratamento do Câncer de Mama do Instituto Nacional do Câncer (Inca), esse tipo de tumor tem como característica não possuir uma causa específica. “ Para ter risco de desenvolver câncer de mama, basta ser mulher”, diz.ALERTA
Se por um lado as mulheres aparecem cada vez mais cedo nas estatísticas do câncer de mama, por outro, os números absolutos, projetados pelo Inca, servem de alarme para as paulistanas de qualquer idade. O último balanço mostra que a capital fechou 2006 com 6.080 novas notificações da doença, uma incidência de 100 novos casos para cada 100 mil mulheres. A marca fez o Município ter a terceira maior taxa de câncer de mama do País, perdendo apenas para Porto Alegre e Rio, nessa ordem. No Estado, o total de novos casos foi de 15.810, mas o diretor do Centro Estadual de Referência da Saúde da Mulher, Luiz Henrique Gebrin, afirma que “acolhemos pacientes vindas de todos os locais do Brasil. A referência nacional também implica mais atendimento.”Gebrin ressalta que as mulheres mais jovens estão procurando mais a rede de saúde, o que faz os números subirem. E a detecção precoce aumenta as chances de cura. (Por: Fernanda Aranda - O Estado de S. Paulo).
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Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
Câncer de mama
Variação de câncer de mama mais agressivo preocupa especialistas:
O HER2 será abordado durante campanha que acontece, hoje, na Piedade
Outubro é o mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) está realizando a Campanha Mulher Consciente que, este ano, traz o tema: “Saber é transformar a realidade. Eu sei que o câncer de mama pode ser diferente”. Na capital baiana, a ação ocorre, hoje, na Praça da Piedade, das 6h30 até as 18h, onde serão distribuídos folhetos explicativos e as pessoas poderão tirar dúvidas sobre o HER2 positivo, um tipo de câncer menos conhecido e bem mais agressivo.
Quem passar pelo local vai aprender ainda como fazer o auto-exame em mamas artificiais, que simulam seios normais e com câncer. Embora a campanha traga o nome Mulher consciente, a iniciativa visa atingir também o público masculino, que é muito influente junto às mulheres no diagnóstico da doença. A mobilização acontece, ao mesmo tempo, em Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e São Paulo, além da capital baiana.
O presidente da seção baiana da Sociedade Brasileira de Mastologia, Roberto Kepler, afirma que os avanços da medicina têm diagnosticado vários tipos de câncer de mama, entres eles o HER2 positivo. Neste caso, o tumor tem como característica uma proteína encontrada em excesso na superfície de células. Sua evolução é mais rápida e, por isso, é uma das formas mais graves da patologia. “Antigamente se falava em câncer de mama e pronto. Hoje, já sabemos que o mal tem inúmeras variantes”, assinalou.
O especialista chama a atenção para a necessidade de realizar o teste HER2 em todas as pacientes com câncer de mama. Ele explica que, no exame, uma amostra de tumor é extraída da paciente a fim de detectar a presença do câncer de mama HER2 positivo. Geralmente, os principais sinais são aparecimentos de ínguas nas axilas, modificações na forma e tamanho das mamas, saída de secreção escura ou com sangue pelo mamilo e modificações na pele, na auréola mamária ou no mamilo. Kepler lembra que nem todos os nódulos palpáveis na mama podem ser diagnosticados como tumor mamário.
“É importante que a mulher faça seus exames e também se auto-examine. Caso ela note alguma anormalidade, deve investigar. Nem sempre um nódulo é sinal de câncer. Pode ser cisto ou uma tumoração benigna, que podem ser percebidas ao toque e não têm uma evolução ruim”, explica o mastologista. O diagnóstico mais precoce dessa lesão deve ser alinhado aos exames clínicos das mamas, como mamografia e ultra-sonografia.
A mamografia é um exame diferenciado de raio-X das mamas, que detecta alterações sugestivas de câncer e diferencia as lesões benignas. Capaz de fornecer resultados mais precoces, o tipo de diagnóstico pode diminuir as chances de morte da paciente de 30% a 70%. As mulheres devem realizar o exame pela primeira vez entre os 35 e 40 anos de idade, e se submeter a controles anuais e bienais a partir dos 40 anos. “A chance da cura total só é possível se a doença for descoberta precocemente. É preciso tomar ciência do câncer antes que ele se dissemine pela mama”, orientou.
O médico ressalta que a ultra-sonografia desempenha papel importante na detecção do câncer de mama. Ela é considerada o principal método complementar da mamografia. “Através dela, informações fundamentais para o diagnóstico do câncer podem ser adquiridas”, avaliou Kepler.
O HER2 será abordado durante campanha que acontece, hoje, na Piedade
Outubro é o mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama e a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama) está realizando a Campanha Mulher Consciente que, este ano, traz o tema: “Saber é transformar a realidade. Eu sei que o câncer de mama pode ser diferente”. Na capital baiana, a ação ocorre, hoje, na Praça da Piedade, das 6h30 até as 18h, onde serão distribuídos folhetos explicativos e as pessoas poderão tirar dúvidas sobre o HER2 positivo, um tipo de câncer menos conhecido e bem mais agressivo.Quem passar pelo local vai aprender ainda como fazer o auto-exame em mamas artificiais, que simulam seios normais e com câncer. Embora a campanha traga o nome Mulher consciente, a iniciativa visa atingir também o público masculino, que é muito influente junto às mulheres no diagnóstico da doença. A mobilização acontece, ao mesmo tempo, em Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e São Paulo, além da capital baiana.
O presidente da seção baiana da Sociedade Brasileira de Mastologia, Roberto Kepler, afirma que os avanços da medicina têm diagnosticado vários tipos de câncer de mama, entres eles o HER2 positivo. Neste caso, o tumor tem como característica uma proteína encontrada em excesso na superfície de células. Sua evolução é mais rápida e, por isso, é uma das formas mais graves da patologia. “Antigamente se falava em câncer de mama e pronto. Hoje, já sabemos que o mal tem inúmeras variantes”, assinalou.
O especialista chama a atenção para a necessidade de realizar o teste HER2 em todas as pacientes com câncer de mama. Ele explica que, no exame, uma amostra de tumor é extraída da paciente a fim de detectar a presença do câncer de mama HER2 positivo. Geralmente, os principais sinais são aparecimentos de ínguas nas axilas, modificações na forma e tamanho das mamas, saída de secreção escura ou com sangue pelo mamilo e modificações na pele, na auréola mamária ou no mamilo. Kepler lembra que nem todos os nódulos palpáveis na mama podem ser diagnosticados como tumor mamário.
“É importante que a mulher faça seus exames e também se auto-examine. Caso ela note alguma anormalidade, deve investigar. Nem sempre um nódulo é sinal de câncer. Pode ser cisto ou uma tumoração benigna, que podem ser percebidas ao toque e não têm uma evolução ruim”, explica o mastologista. O diagnóstico mais precoce dessa lesão deve ser alinhado aos exames clínicos das mamas, como mamografia e ultra-sonografia.
A mamografia é um exame diferenciado de raio-X das mamas, que detecta alterações sugestivas de câncer e diferencia as lesões benignas. Capaz de fornecer resultados mais precoces, o tipo de diagnóstico pode diminuir as chances de morte da paciente de 30% a 70%. As mulheres devem realizar o exame pela primeira vez entre os 35 e 40 anos de idade, e se submeter a controles anuais e bienais a partir dos 40 anos. “A chance da cura total só é possível se a doença for descoberta precocemente. É preciso tomar ciência do câncer antes que ele se dissemine pela mama”, orientou.
O médico ressalta que a ultra-sonografia desempenha papel importante na detecção do câncer de mama. Ela é considerada o principal método complementar da mamografia. “Através dela, informações fundamentais para o diagnóstico do câncer podem ser adquiridas”, avaliou Kepler.
Índice triplica abaixo dos 40 anos
O diagnóstico do câncer de mama em pacientes com menos de 40 anos está crescendo. O índice, que costumava ser de 5% do total de casos, subiu para até 16% entre 1999 e 2004, segundo recente pesquisa realizada no Hospital do Câncer em São Paulo. No caso de pacientes abaixo desta faixa etária, a sobrevida tende a ser menor, já que a doença costuma ser descoberta em estágios mais avançados, uma vez que as pacientes não estão inseridas na rotina de rastreamento da doença e somente buscam auxílio médico quando o tumor já se apresenta palpável. Este tipo de câncer não possui uma causa definida, mas alguns fatores de risco são conhecidos, como o histórico familiar (mãe ou irmã com este tipo de tumor na pré-menopausa) e a presença de alterações genéticas (modificações nos genes associados à doença). “Quanto mais cedo for diagnosticada a predisposição e a paciente iniciar o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos, mais chances ela terá de se curar, caso venha a desenvolver a doença”, afirma a médica Maria Helena Louveira, radiologista da Diagnóstico da América (Dasa).
Contudo, a especialista lembra que, no caso de jovens, não é indicada a mamografia sem recomendação médica. “Temos que lembrar que este é um exame que inclui a emissão de radiação ionizante que, quando aplicada de forma excessiva, pode ser nociva à saúde. Por isso, não devemos antecipar a inclusão da mamografia no cotidiano de uma mulher precocemente, caso ela não tenha histórico familiar ou alterações genéticas que justifiquem o exame”, ressalta.
Maria Helena reforça que as mulheres devem realizar a mamografia pela primeira vez entre os 35 e 40 anos de idade e se submeter a controles anuais a partir dos 40 anos. Já a ultra-sonografia não é utilizada como método de rastreamento do tumor mamário, mas é um importante adjunto em determinadas condições, principalmente no esclarecimento de nódulos visualizados parcialmente na mamografia. Também é bastante importante na orientação de punções e biópsias de nódulos, que podem ser tanto sólidos quanto cistos – estes últimos passíveis ou não de serem aspirados e resolvidos.
“A inspeção visual e a palpação sistemática de cada mama pela própria mulher devem ser realizadas geralmente do sétimo ao décimo dia após o início da menstruação”, acrescenta Maria Helena. Atualmente, cerca de 75% dos casos de câncer de mama são detectados pelo auto-exame, mas nesses casos, o tumor freqüentemente já ultrapassa 2cm, o que dificulta a cura.
O diagnóstico do câncer de mama em pacientes com menos de 40 anos está crescendo. O índice, que costumava ser de 5% do total de casos, subiu para até 16% entre 1999 e 2004, segundo recente pesquisa realizada no Hospital do Câncer em São Paulo. No caso de pacientes abaixo desta faixa etária, a sobrevida tende a ser menor, já que a doença costuma ser descoberta em estágios mais avançados, uma vez que as pacientes não estão inseridas na rotina de rastreamento da doença e somente buscam auxílio médico quando o tumor já se apresenta palpável. Este tipo de câncer não possui uma causa definida, mas alguns fatores de risco são conhecidos, como o histórico familiar (mãe ou irmã com este tipo de tumor na pré-menopausa) e a presença de alterações genéticas (modificações nos genes associados à doença). “Quanto mais cedo for diagnosticada a predisposição e a paciente iniciar o acompanhamento médico e a realização de exames periódicos, mais chances ela terá de se curar, caso venha a desenvolver a doença”, afirma a médica Maria Helena Louveira, radiologista da Diagnóstico da América (Dasa).
Contudo, a especialista lembra que, no caso de jovens, não é indicada a mamografia sem recomendação médica. “Temos que lembrar que este é um exame que inclui a emissão de radiação ionizante que, quando aplicada de forma excessiva, pode ser nociva à saúde. Por isso, não devemos antecipar a inclusão da mamografia no cotidiano de uma mulher precocemente, caso ela não tenha histórico familiar ou alterações genéticas que justifiquem o exame”, ressalta.
Maria Helena reforça que as mulheres devem realizar a mamografia pela primeira vez entre os 35 e 40 anos de idade e se submeter a controles anuais a partir dos 40 anos. Já a ultra-sonografia não é utilizada como método de rastreamento do tumor mamário, mas é um importante adjunto em determinadas condições, principalmente no esclarecimento de nódulos visualizados parcialmente na mamografia. Também é bastante importante na orientação de punções e biópsias de nódulos, que podem ser tanto sólidos quanto cistos – estes últimos passíveis ou não de serem aspirados e resolvidos.
“A inspeção visual e a palpação sistemática de cada mama pela própria mulher devem ser realizadas geralmente do sétimo ao décimo dia após o início da menstruação”, acrescenta Maria Helena. Atualmente, cerca de 75% dos casos de câncer de mama são detectados pelo auto-exame, mas nesses casos, o tumor freqüentemente já ultrapassa 2cm, o que dificulta a cura.
MORTALIDADE
O crescente índice de diagnósticos do câncer de mama elege a patologia como a principal causa de morte da população feminina entre 39 e 58 anos de idade. No Brasil, estima-se o surgimento de mais de 40 mil novos casos este ano, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde já existe uma concentração maior de diagnósticos da doença. Números divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que os principais fatores para adquirir o mal podem estar relacionados a mudanças no estilo de vida das mulheres, à decisão de ter filhos mais tarde ou, ainda, por não tê-los.
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Saúde da Mulher
Formação: Bacharel em Teologia com Ênfase em Grego e Hebraico (SALT/IAE - UNASP). Licenciado em Pedagogia com Habilitação em Séries Iniciais e Administração Escolar (ACE/FGG). Licenciado em Ciências da Religião com Habilitação em Ensino Religioso (FURB). Licenciado em Filosofia (UNIASSELVI). Pós-Graduado em Interdisciplinaridade na Educação e Metodologia do Ensino Superior (IBPEX/UNIVILLE). Pós-Graduado em Psicopedagogia Clínica e Institucional (FACINTER/UNIVILLE). Pós-Graduado em Coordenação Pedagógica (UFSC). Pós-Graduado em Mídias na Educação (FURG). Pós-Graduado em Gestão Pública (IFSC). Mestre em Educação (UNIATLANTICO – Universidad Europea Del Atlántico – Santander/Cantabria – Espanha). Atuação Profissional: Técnico Pedagógico na CRE - Coordenadoria Regional de Educação - Joinville, SC. Articulador Pedagógico na Rede Municipal de Educação em Joinville, SC. Teólogo, Cientista Religioso, Filósofo, Educador, Escritor e Palestrante. Mas acima de tudo um servo do Senhor Jesus!
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