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Os Benefícios para a Saúde do Sal Marinho, Sal Grosso e Sal Rosa, e o Consumo de Água com Estes Sais


 

Os Benefícios para a Saúde do Sal Marinho, Sal Grosso e Sal Rosa, e o Consumo de Água com Estes Sais

O sal é um elemento essencial na nossa dieta, conferindo sabor e realçando os alimentos que consumimos. No entanto, nem todos os sais são criados iguais. O sal comum, também conhecido como sal de mesa, é frequentemente associado a problemas de saúde, como pressão alta e retenção de líquidos. Mas existem alternativas mais saudáveis e benéficas, como o sal marinho, o sal grosso e o sal rosa. Além disso, a prática de beber água com esses tipos de sais tem ganhado popularidade devido aos possíveis benefícios à saúde que oferecem.


O Sal Marinho: Uma Opção Nutritiva

O sal marinho é colhido a partir da evaporação da água do mar, retendo uma variedade de minerais e oligoelementos que são essenciais para o nosso organismo. Ao contrário do sal de mesa refinado, que é frequentemente processado e despojado desses nutrientes, o sal marinho preserva uma gama mais completa de elementos benéficos.


Um dos benefícios do sal marinho é seu teor de magnésio, um mineral que desempenha um papel fundamental em muitas funções do corpo, incluindo a saúde muscular e nervosa, o equilíbrio eletrolítico e a saúde óssea. O sal marinho também contém traços de potássio, que é essencial para a função cardiovascular e a regulação da pressão arterial.


Sal Grosso: Para Uso Externo e Interno

O sal grosso é reconhecido por suas propriedades purificantes e esfoliantes quando utilizado em tratamentos de spa e beleza. No entanto, quando consumido com moderação, o sal grosso também pode proporcionar benefícios internos. Ele pode auxiliar na digestão e na eliminação de toxinas do corpo. Além disso, algumas pessoas acreditam que o sal grosso pode ajudar a equilibrar os níveis de eletrólitos e melhorar a saúde geral.


O Sal Rosa do Himalaia: Beleza e Nutrição em Um

O sal rosa do Himalaia é considerado um dos sais mais puros e nutritivos disponíveis. Ele é extraído das minas de sal nas montanhas do Himalaia e é conhecido por sua tonalidade rosa característica devido à presença de minerais como o ferro. Além do sabor distinto, o sal rosa também é elogiado por sua rica oferta de minerais essenciais, como cálcio, potássio e magnésio.


Há relatos de que o sal rosa do Himalaia pode auxiliar na regulação do equilíbrio ácido-base do corpo e na saúde vascular. No entanto, é importante notar que esses benefícios podem não ser tão pronunciados quanto se acredita popularmente, e a pesquisa científica ainda está em andamento para avaliar essas alegações de maneira mais precisa.


Beber Água com Sais: Uma Nova Tendência

Beber água com sais, como o sal marinho, sal grosso ou sal rosa, tornou-se uma prática popular em alguns círculos de bem-estar. Os defensores dessa prática afirmam que a adição de uma pequena quantidade de sal à água pode ajudar na hidratação, promover o equilíbrio eletrolítico e fornecer minerais essenciais. No entanto, é importante exercer cautela ao seguir essa tendência e não exagerar na quantidade de sal adicionada à água, uma vez que um excesso de sódio pode ter efeitos prejudiciais à saúde.


Opiniões de Especialistas

Especialistas em nutrição e saúde têm opiniões variadas sobre os benefícios específicos dos diferentes tipos de sal e do consumo de água com sais. Enquanto alguns reconhecem o valor dos minerais presentes em sais menos processados, outros enfatizam que a ingestão de sódio deve ser monitorada para evitar problemas de saúde, como hipertensão.


É sempre aconselhável consultar profissionais de saúde qualificados antes de fazer mudanças significativas na sua dieta, especialmente quando se trata de incorporar novos elementos como sais específicos.


Em conclusão, o sal marinho, o sal grosso e o sal rosa oferecem uma alternativa mais nutritiva e menos processada em comparação com o sal de mesa refinado. No entanto, é importante lembrar que o consumo de sódio deve ser moderado para manter a saúde cardiovascular e o equilíbrio eletrolítico. A prática de beber água com sais pode trazer benefícios para algumas pessoas, mas é essencial fazê-lo com cautela. Como sempre, consulte um profissional de saúde para obter orientações personalizadas e embasadas em evidências científicas.


Para oferecer uma perspectiva mais abrangente sobre os benefícios do sal marinho, sal grosso, sal rosa e o consumo de água com esses sais, é relevante considerar as opiniões de alguns especialistas renomados no campo da nutrição e saúde.


1. Dr. Michael Greger:

O Dr. Michael Greger, autor de "How Not to Die" e defensor de uma alimentação baseada em plantas, destaca que os sais naturais, como o sal marinho e o sal rosa, podem conter uma variedade de minerais benéficos que são removidos durante o processo de refinamento do sal de mesa. No entanto, ele ressalta que, embora esses sais possam oferecer pequenas quantidades de nutrientes, não devemos depender exclusivamente deles para atender às nossas necessidades nutricionais.


2. Dra. Marion Nestle:

A Dra. Marion Nestle, autora e professora de Nutrição, Estudos Alimentares e Saúde Pública, aponta que, embora sais não refinados como o sal marinho possam conter uma variedade de minerais, a quantidade consumida em uma dieta típica é tão pequena que esses minerais dificilmente afetam significativamente a saúde.


3. Dr. David Katz:

O Dr. David Katz, diretor do Centro de Pesquisa em Prevenção na Escola de Medicina da Universidade de Yale, sugere que a escolha entre diferentes tipos de sal pode não ser tão crucial quanto a quantidade total de sódio consumida. Ele enfatiza que a moderação é essencial para evitar os riscos associados ao consumo excessivo de sódio, como a hipertensão.


Conclusão:


Em última análise, os benefícios do sal marinho, sal grosso e sal rosa são mais notáveis quando comparados ao sal de mesa altamente refinado. Esses sais naturais podem conter minerais essenciais que contribuem para a saúde geral do corpo. No entanto, é importante enfatizar que, embora esses sais possam fornecer pequenas quantidades de nutrientes, eles não devem ser considerados fontes principais de minerais na dieta.


Quando se trata de beber água com esses sais, é aconselhável fazer isso com moderação. O equilíbrio é a chave, pois um consumo excessivo de sódio pode levar a problemas de saúde, como hipertensão e retenção de líquidos. Antes de incorporar mudanças significativas à sua dieta, é sempre recomendável buscar orientação de profissionais de saúde qualificados, como nutricionistas e médicos.


Em última análise, a escolha do sal que você usa e se decide adicionar sais à sua água é pessoal, mas deve ser feita de forma informada e equilibrada, considerando as necessidades individuais e as diretrizes de saúde.




OMS recomenda ingerir menos de cinco gramas de sal por dia


O sal é um dos responsáveis pela tensão arterial elevada e por doenças cardiovasculares RUI GAUDÊNCIO

Pela primeira vez, as recomendações também abrangem as crianças com mais de dois anos.

Se tem o hábito de pegar no saleiro e polvilhar a comida com umas pitadas de sal, é melhor pensar duas vezes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou esta quinta-feira que um adulto consuma por dia menos de dois gramas de sódio – ou seja, menos de cinco gramas de sal – para reduzir os níveis de tensão arterial e as doenças cardiovasculares.
Pela primeira vez, a OMS faz recomendações também para as crianças com mais de dois anos de idade, para que as doenças relacionadas com a alimentação não se tornem crónicas na idade adulta. Neste caso, a OMS diz que os valores devem ainda ser mais baixos do que os dois gramas de sódio, devendo ser adaptados tendo em conta o tamanho, a idade e as necessidades energéticas.
Além do sódio, as recomendações incluem o potássio, cujos valores diários devem ser de, pelo menos, 3,51 gramas. Uma pessoa com níveis de sódio elevados e de potássio baixos corre riscos cardiovasculares, aumentando a tensão arterial e a possibilidade de doenças cardíacas e tromboses, sublinha a OMS. “Actualmente, a maioria das pessoas consome sódio a mais e potássio a menos”, refere ainda a OMS, citada pela agência Reuters.
Além do sal (ou cloreto de sódio) que adicionamos à comida, há que ter em atenção que os próprios alimentos já têm sódio. Por exemplo, por cada 100 gramas, o leite tem 50 miligramas de sódio, os ovos 80 e o pão 250.
Já o potássio encontra-se em alimentos como o feijão e as ervilhas (1300 miligramas por cada 100 gramas), em vegetais como os espinafres e as couves (550 miligramas) e em frutas como as bananas (300 miligramas).[Fonte: Publico.pt]

ONU: indústria agroalimentícia coloca saúde pública em risco


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, acusou nesta segunda-feira algumas indústrias agroalimentícias de colocar a saúde pública em situação de risco para proteger seus interesses, em uma reunião de cúpula sobre doenças não-transmissíveis realizada à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas que contou com a participação da presidente brasileira Dilma Rousseff.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 36 dos 57 milhões de mortes registradas no mundo anualmente se devem a doenças não transmissíveis como o câncer, diabetes, problemas respiratórios crônicos e hipertensão.
As estimativas da OMS assinalam que o número de mortos provocadas por estas doenças aumentará 17% no mundo na próxima década, com uma alta de 24% apenas para a África.
Ao referir-se a estas doenças, Ban Ki-moon recordou que existe "uma história vergonhosa e bem documentada de certos atores na indústria que ignoram a ciência e, inclusive, sua própria pesquisa".
"Deste modo, colocam a saúde pública em situação de risco para proteger seus interesses", denunciou o secretário-geral da ONU.
Neste sentido, Dilma Rousseff pediu à ONU um aumento nos esforços para prevenir e tratar as doenças não-transmissíveis, recordando o enorme custo humano e material que representam, ou seja, 1% do PIB no caso do Brasil.
"Em meu país, 72% das mortes não violentas entre as pessoas com menos de 70 anos estão vinculadas a estas doenças. Atingem também os mais pobres e os mais vulneráveis", declarou Rousseff em uma reunião de alto nível sobre este tema organizada em Nova York à margem da Assembleia Geral anual das Nações Unidas.
"As perdas em produtividade e os custos ocasionados nas famílias e no sistema unificado de saúde equivalem a 1% de nosso PIB", explicou.
A presidente ressaltou que "a desproporcional incidência entre os mais pobres prova a necessidade de uma resposta global a este problema", e lembrou que, para o Brasil, "o acesso a medicamentos faz parte do direito humano à saúde".
Ela enumerou algumas das iniciativas lançadas por seu governo, como, por exemplo, a favor de quem sofre de hipertensão e diabetes, através da distribuição gratuita de medicamentos em 20.000 farmácias públicas e particulares.
"Nos primeiros sete meses de meu governo, este esforço alcançou 5,4 milhões de brasileiro, triplicando o número de pacientes beneficiados", exemplificou.
De fato, 80% das mortes por doenças não-transmissíveis acontecem por doenças não-transmissíveis ocorrem em países em desenvolvimento.
A diretora da OMS, Margaret Chan, denunciou, por sua vez, os problemas ocasionados pelo cigarro, o sal, as gorduras não saturadas e o açúcar.
"Nós nos manifestamos por mudanças no modo de vida e as regras rígidas para o uso do tabaco", afirmou Chan, para quem a reunião desta segunda "deve ser um chamado para despertar os governos no mais alto nível, levando em conta que o aumento mundial destas doenças é um desastre anunciado".
"Os alimentos preparados ricos em sal, gorduras saturadas e açúcar se converteram nos novos alimentos de primeira necessidade em quase todos os cantos do mudo", criticou Chan.
"Para um número crescente de pessoas são a forma mais barata para encher o estômago que tem fome", enfatizou.
Uma declaração política adotada pelos chefes de Estado e de Governo dos 13 países membros da ONU se refere de forma explícita ao efeito prejudicial do sal, açúcar e gorduras saturadas nos regimes alimentares.
Uma fonte da ONU, que não quis revelar sua identidade, enfatizou que esta menção sofreu a resistência por parte de lobbies vinculados a esses produtos.
Esta reunião sobre doenças não-transmissíveis é a primeira de importância na agenda da Assembleia Geral anual da ONU em Nova York. [fonte: terra]

Consuma menos sal, sua saúde agradece!

Aprenda a diminuir a quantidade de sódio em suas refeições:


Azeitonas e sopinhas de pacote são alimentos cheios de sódio (um componente do sal de cozinha que pode provocar problemas quando consumido em exagero). É possível perceber logo no gosto o excesso de sal, mas existem até adoçantes que também carregam a substância em sua composição.
Médicos e nutricionistas do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia sabem que muitos hipertensos não têm este conhecimento. Por isto, desenvolveram um trabalho educativo que auxilia o paciente a interpretar corretamente os rótulos dos alimentos e, conseqüentemente, identificar o que pode ser um perigo à pressão arterial.
Coordenadora da Seção de Nutrição Clínica do Dante Pazzanese, a nutricionista Cristiane Kovacs diz que a primeira atitude é procurar, no rótulo dos produtos, as quantidades de sal e sódio. O sódio pode estar disfarçado por nomes como glutamato monossódico, benzoato, cozeinato, citrato, nitrito, sosfato, propionato, sacarina, ciclamato, guanilato, alginato e sulfito. Quase todos carregam o termo sódico. A substância, segundo o cardiologista Fernando Nobre, da Sociedade Brasileira de Hipertensão, é chamado sódio intrínseco - e faz parte dos alimentos em variadas quantidades. "Não precisamos de mais sódio além do intrínseco", diz ele.
Como o hipertenso metaboliza a substância de forma mais lenta, é necessário que fique de olho nos alimentos ricos em sódio. O problema é identificar a substância quando ela está disfarçada em produtos doces, como biscoitos recheados, refrigerantes e sucos artificiais de pacotinho. O aposentado Luís Antonio Dias aprendeu uma boa tática. Ele - que tem de 50 anos, 1,78m de altura e 118 kg - diminuiu alguns pontos de sua pressão desde que trocou os adoçantes à base de sacarina e ciclamato de sódio pelos de Stevia (extraída de planta).


PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS: OS VILÕES


EVITE:
- embutidos (presunto, salsicha, etc)
- milho enlatado
- ervilha enlatada
- adoçante de sacarina e ciclamato
- molho de tomate enlatado
- margarina, com ou sem sal
- refrigerantes ou sucos de pacote
- sopa pronta
- sal, shoyu, sal light, caldos prontos


PREFIRA:
- carnes frescas
- milho cozido
- ervilha congelada ou fresca
- adoçante de aspartame ou Stevia
- molho de tomate caseiro
- azeite de oliva
- sucos naturais ou de polpa congelada
- sopa feita na hora
- limão, alho, salsa e outros temperos

(Por Lola Felix - Fonte: Yahoo Notícias)

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