TENHA MAIS SAÚDE

O principal objetivo deste blog é oferecer dicas, notícias e informações sobre temas relacionados a sua saúde e bem-estar.

17 Coisas que Acontecem no Corpo de Quem Passa a Consumir Cúrcuma

 


Também chamado de açafrão-da-terra, açafrão-da-índia ou turmérico, a cúrcuma é uma raiz com propriedades medicinais. Sendo assim, ela pode ser usada em pó no preparo de carnes ou legumes, especialmente na Índia e países do oriente.

Benefícios da cúrcuma

Além disso, ela tem folhas longas e brilhantes, que chegam a atingir 60 centímetros. A cúrcuma tem longas raízes e coloração laranja. Dessa forma, suas principais propriedades são a ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva.

“Além de ter um grande potencial antioxidante, a cúrcuma também pode ser usada como remédio natural para melhorar problemas gastrointestinais, febre, tratar resfriados e até reduzir o colesterol alto”, afirma a médica nutróloga, Dra. Marianna Magri, especialista em emagrecimento.

Ou seja, trata-se de uma planta cheia de nutrientes: como as vitaminas C e B6, que são importantes para a imunidade e o funcionamento cerebral, e minerais como o potássio, que regula a pressão arterial e colabora na prevenção de derrames.

Além disso, a cúrcuma tem ferro (aliado contra a anemia), manganês (ajuda no equilíbrio do colesterol), cálcio (essencial para a saúde dos ossos), e doses de proteína e fibras. Ou seja, é um superalimento.

A Dra. Marianna Magri destaca os principais benefícios da cúrcuma para o corpo:

  1. Melhora a digestão;
  2. Ajuda na perda de peso;
  3. Combate resfriados e gripes;
  4. Evita crises de asma;
  5. Desintoxica e trata problemas de fígado;
  6. Regula a flora intestinal;
  7. Regula o colesterol;
  8. Combate o câncer;
  9. Alivia torções;
  10. Favorece a saúde oral;
  11. Estimular o sistema imune;
  12. É termogênica;
  13. Tem ação antidepressiva;
  14. Alivia inflamações da pele, como eczema, acne e psoríase;
  15. Melhora a resposta anti-inflamatória do organismo;
  16. Reduz os sintomas da TPM;
  17. Aumenta a libido.

Formas de consumo

A nutróloga explica que a parte mais utilizada da cúrcuma é o pó da sua raiz, especialmente para temperar comidas.

A Dra. Marianna ensina três formas de consumir:

Infusão de cúrcuma: coloque 1 colher de chá de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixe repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Em seguida, depois de amornar, beba até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições.

Cápsulas de cúrcuma: geralmente a dosagem recomendada é de 2 cápsulas de 250 mg a cada 12 horas, totalizando 1 g por dia. No entanto, a dosagem pode variar de acordo com o problema a tratar.

Gel de cúrcuma: misture uma colher de sopa de babosa com o pó de cúrcuma e, em seguida, aplique sobre as inflamações da pele, como a psoríase.

Vitamina de cúrcuma

A nutróloga também dá uma dica de vitamina para a ingestão de cúrcuma no dia a dia:

Ingredientes:

  • 250 ml (2 xícaras) de leite de coco ou leite de amêndoas ou leite de castanha de caju ou leite de aveia.
  • 1 colher de chá de açafrão ou cúrcuma (bem rasa)
  • 1 pitada de pimenta Preta (moída na hora)
  • ¼ de chá de canela em pó (somente a ponta)
  • Adoçar com stévia a gosto.

Modo de preparo: coloque todos os ingredientes no fogo médio para ferver.

Contraindicação

A Dra. Marianna Magri orienta que apesar de ter vários benefícios para saúde, a cúrcuma é contraindicada para pacientes que estejam tomando remédios anticoagulantes e com obstrução das vias biliares devido à pedra na vesícula. Na gravidez ou lactação, ela só pode ser utilizada sob orientação médica.

Todo e qualquer produto, medicamento, chás, especiarias deve ser ingerido somente após orientação de um profissional”, finaliza.

FONTE: MSN

Muito além de um refrescante bucal: 6 motivos para mastigar cravos-da-índia após as refeições

Conheça os benefícios de mastigar cravo-da-índia após as refeições e o que acontece se exagerar no consumo.

Na Índia, mastigar um refrescante bucal após a refeição faz parte da cultura, e o cravo é uma dessas especiarias. O que muita gente não sabe, é que comer um cravo-da-índia após da refeição é muito mais do que um antisséptico bucal.

Esse hábito oferece diversos benefícios para a saúde, como para quem tem o metabolismo mais lento, além da cura de tosse e resfriado, tratamento de dor de garganta ou a saúde bucal. Confira!

Conheça os benefícios de consumir cravo-da-índia após as refeições

Saiba por que mastigar o cravo-da-índia após a refeição é um ótimo hábito para a sua saúde e bem-estar. 

Rico em antioxidantes:

O cravo-da-índia é rico em antioxidantes que combatem o estresse oxidativo, protegem as células dos danos causados pelos radicais livres e fortalecem o sistema imunológico.

Mastigar cravo após as refeições pode prevenir doenças crônicas e retardar o envelhecimento, mantendo a saúde da pele e dos órgãos. Além disso, é uma boa fonte de vitamina C, que ajuda a proteger contra infecções.

Previne a azia e o refluxo ácido:

Mastigar cravos-da-índia após as refeições pode melhorar a digestão, equilibrar o ácido estomacal e reduzir o risco de refluxo ácido e azia.

Seus compostos naturais acalmam o esôfago, aliviando a irritação após uma grande refeição.

Auxilia a digestão:

Mastigar cravo-da-índia após as refeições melhora a digestão, estimulando as enzimas digestivas com o eugenol. Isso reduz o risco de indigestão, inchaço e gases, além de aliviar náuseas e dores de estômago.

Corrige o mau hálito:

O cravo-da-índia possui substâncias antimicrobianas que combatem as bactérias causadoras do mau hálito, proporcionando um hálito fresco.

Seu aroma forte atua como um refrescante bucal natural, sendo uma boa alternativa às balas e gomas de mascar comerciais.

Saúde bucal:

Mastigar cravo-da-índia combate o mau hálito e promove a saúde bucal, prevenindo doenças gengivais, cáries e infecções.

Suas propriedades antibacterianas ajudam a manter o hálito fresco e combatem o acúmulo de placa, reduzindo o risco de cáries. Além disso, alivia a dor de dente ao anestesiar a área afetada.

Circulação sanguínea:

Mastigar cravo-da-índia pode melhorar a circulação sanguínea devido ao eugenol, substância anti-inflamatória que aumenta a oxigenação e os nutrientes no corpo, promovendo mais saúde, energia e recuperação rápida após as refeições.

O óleo de cravo é usado no tratamento de acne e manchas devido às suas propriedades antibacterianas, além de ajudar a reduzir a pressão arterial, evitando coágulos sanguíneos e diminuindo o risco de ataques cardíacos e derrames.

Suas propriedades anti-inflamatórias também aliviam a dor da artrite e atuam como afinador natural do sangue.

O consumo excessivo de cravo-da-índia pode ser prejudicial 

O consumo excessivo de cravo-da-índia pode ser prejudicial devido ao eugenol, que em grandes quantidades pode causar danos ao fígado, problemas digestivos e irritação das membranas mucosas.

Exagerar no consumo também pode diluir o sangue, aumentando o risco de sangramentos, especialmente em pessoas que usam medicamentos anticoagulantes.

Outro problema é que pode causar náusea, vômito ou dor de estômago. É importante usá-lo com moderação para evitar esses efeitos colaterais e aproveitar seus benefícios medicinais.


Quais outros benefícios do cravo-da-Índia? Essa especiaria versátil acrescenta sabor a diferentes pratos e bebidas, mas também proporciona uma série de efeitos positivos à nossa saúde. Ele é usado na história da humanidade há muito tempo - estima-se que no ano 3.500 a.C já haviam registros de sua presença - e é colhido de uma árvore chamada craveiro, originária da Indonésia.

Encontrado nas formas inteira e moída, o cravo-da-Índia pode ter vários benefícios para a saúde, inclusive favorecer a saúde do fígado e o controle dos níveis de açúcar no sangue. 

Cravo-da-Índia tem alto teor de antioxidantes

Além de conter várias vitaminas e minerais importantes, o cravo-da-Índia é rico em antioxidantes. Os antioxidantes são compostos que reduzem o estresse oxidativo, que pode contribuir para o desenvolvimento de doenças crônicas.

O cravo-da-Índia também contém um composto chamado eugenol, que demonstrou agir como um antioxidante natural.

O cravo pode melhorar a saúde do fígado

O extrato de cravo foi estudado por cientistas do Irã em pesquisas iniciais com animais e melhorou os danos ao fígado causados pela substância tóxica conhecida como tioacetamida. Em particular, o composto eugenol pode ser especialmente benéfico para o fígado.

Cravo-da-Índia suga o açúcar do sangue? Entenda a relação!

Os compostos encontrados no cravo-da-Índia podem ajudar a manter o açúcar no sangue sob controle. Por exemplo, em um estudo de 2019 conduzido por pesquisadores indianos mostrou que pessoas com e sem pré-diabetes que tomaram 250 miligramas (mg) de extrato de cravo-da-Índia diariamente por 30 dias apresentaram uma redução significativa da glicose no sangue após as refeições.

Também já foi descoberto pela ciência que a nigricina, outro composto encontrado no cravo-da-Índia, aumenta a absorção de açúcar do sangue para as células e a secreção de insulina e melhora a função das células que produzem insulina; os testes foram iniciais e realizados em camundongos.

Em combinação com uma dieta equilibrada, o cravo-da-Índia pode ajudar a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle.

Como o cravo-da-Índia ajuda a proteger contra o câncer?

Algumas pesquisas sinalizam que o óleo de cravo pode ajudar a proteger contra o câncer. Especificamente, o eugenol demonstrou ter propriedades anticancerígenas: pesquisas sugerem que o eugenol promove a morte de células de câncer de mama.

No entanto, o eugenol é tóxico em altas quantidades, e uma overdose de óleo de cravo pode causar danos ao fígado, especialmente em crianças.

Cravo-da-Índia pode reduzir úlceras estomacais

Alguns estudos iniciais indicam que o eugenol pode ajudar a tratar úlceras estomacais. Também conhecidas como úlceras pépticas, as úlceras estomacais são feridas dolorosas que se formam no revestimento do estômago, duodeno ou esôfago.

Pesquisas em tubos de ensaio também sugerem que o óleo de cravo pode ter um efeito contra a Helicobacter pylori (H. Pylori), uma bactéria que pode desencadear problemas estomacais, como úlceras e até mesmo câncer.

Efeito repelente do cravo-da-Índia é o mais popular

O cravo-da-Índia possui um odor marcante e característico, que o torna capaz de impelir a presença de formigas, moscas, mosquitos e pernilongos.

Deixe algumas unidades em um prato próximo aos alimentos ou, no caso dos mosquitos, compre velas com a essência de cravo-da-Índia. Além de repelir insetos, o eugenol do cravo-da-Índia também possui propriedades antimicrobianas e antifúngicas: ao aplicá-lo diretamente em plantas que você tenha em casa, por exemplo, pode deixá-las ainda mais saudáveis.

Já conhecia alguma dessas propriedades do cravo-da-Índia? Aplique-as no seu dia a dia e tenha uma rotina mais saudável.


FONTE: MSN

Inscrições Abertas para 53 Cursos Gratuitos 100% Online da Fiocruz; Certificado Grátis

A Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) está recebendo inscrições de interessados em participar de cursos gratuitos 100% online. Os matriculados, que forem aprovados, receberão um certificado gratuito.

Como os cursos gratuitos da Fiocruz são totalmente a distância, podem ser feitos por pessoas de todo o Brasil, com interesse no tema, acesso a um dispositivo com internet e que atendam aos demais requisitos solicitados na hora da matrícula.

Quais são os cursos gratuitos 100% online da Fiocruz com vagas abertas hoje?

  1. Abordagem Clínica de Zika na Atenção Primária à Saúde – 45h;
  2. Abordagem das síndromes geriátricas e cuidados paliativos na Atenção Primária à Saúde – 12h;
  3. Abordagem familiar e manejo das fragilidades e da rede de apoio – 12h;
  4. Ações estratégicas no cuidado à pessoa idosa na Atenção Primária – 10h;
  5. Aspectos operacionais II: estruturação da equipe e tópicos regulatórios em pesquisa – 10h;
  6. Aspectos operacionais III: implementação e acompanhamento do estudo – 10h;
  7. Aspectos operacionais I: organização de documentos e dados de pesquisa – 10h;
  8. Aspectos Operacionais IV: Gerenciamento e conclusão do estudo – 10h;
  9. Atenção Integral às Crianças com Alterações do Crescimento e Desenvolvimento, relacionadas às Infecções Zika e STORCH – 30h;
  10. Atualização do Manejo Clínico da Influenza – 6h;
  11. Atualização do Manejo Clínico da Pessoa com Chikungunya – 45h;
  12. Avaliação Multidimensional da Saúde da Pessoa Idosa – 16h;
  13. Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa: um instrumento de avaliação multidimensional – 30h;
  14. Como Buscar Evidências Científicas nas Bases de Dados da Área da Saúde – 40h;
  15. Condições Clínicas e Agravos à Saúde Frequentes na Pessoa Idosa – 16h;
  16. Consentimento Livre e Esclarecido – 2h;
  17. Cuidados de Enfermagem para a pessoa idosa na Atenção Primária à Saúde – 12h;
  18. Dengue: Casos Clínicos para Atualização do Manejo (2024) – 10h;
  19. Diagnóstico e Cuidado Onco-hematológico na Atenção Primária à Saúde – APS – 8h;
  20. EducaSUS – Metodologias de Educação em Saúde para a rede do Programa Saúde na Escola – PSE – Educação Infantil – 30h;
  21. EducaSUS – Metodologias de Educação em Saúde para a rede do Programa Saúde na Escola – PSE – Ensino Fundamental (anos iniciais) – 30h;
  22. Elaborando um protocolo de ensaio clínico: população, intervenções/exposições, randomização, desfechos e cegamento (ECR-II) – 10h;
  23. Elaborando um protocolo de ensaio clínico randomizado: considerações estatísticas, éticas e operacionais (ECR-III) – 10h;
  24. Elaborando um protocolo de ensaio clínico randomizado: racional, objetivos e delineamento do estudo (ECR-I) – 10h;
  25. Enfrentamento da COVID-19 e demais doenças virais – 100h;
  26. Enfrentamento das Arboviroses – 145h;
  27. Envelhecimento da População Brasileira – 8h;
  28. Escuta de Crianças e Adolescentes na rede de serviços do SUS – 15h;
  29. Esquistossomose: Manejo Clínico e Epidemiológico na Atenção Básica – 45h;
  30. Estratificação dos Perfis de Funcionalidades – 24h;
  31. Exames Laboratoriais para o Diagnóstico da Filariose Linfática – 15h;
  32. Fundamentos Básicos de Biossegurança e Bioproteção – 45h;
  33. Fundamentos e tecnologias para o enfrentamento da COVID-19 e de outras doenças virais – 100h;
  34. Histórico do Sistema CEP/CONEP – 2h;
  35. Introdução à Biossegurança Aplicada a Laboratórios – 40h;
  36. Introdução à epidemiologia clínica – 20h;
  37. Introdução ao Diagnóstico Laboratorial de Tuberculose e outras Micobacterioses – 30h;
  38. Introdução à Política de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em conflito com a Lei (PNAISARI) – 15h;
  39. Juventudes e Participação Social – 15h;
  40. Linha de cuidados para atenção Integral à saúde da pessoa idosa – 20h;
  41. Manejo da Coinfecção Tuberculose-HIV – 60h;
  42. Monitoramento e Avaliação em Promoção da Saúde – 30h;
  43. Mpox: uma abordagem geral para profissionais de saúde – 45h;
  44. Plano de Contingência: dimensões para sua operacionalização – 60h;
  45. Preparação de Planos de Contingência – 45h;
  46. Princípios Metodológicos Básicos e Questões Éticas – 2h;
  47. Procedimentos Administrativos dos CEPs – 2h;
  48. Procedimentos Operacionais da Plataforma Brasil – 2h;
  49. Programa Bolsa Família – 45h;
  50. Proteger e Cuidar de adolescentes na APS – 45h;
  51. QualiGuia – Formação para utilização dos Protocolos de Uso do Guia Alimentar para a População Brasileira – 30h;
  52. Vigilância ESAVI: ênfase na notificação, investigação e no uso do e-SUS Notifica – 45h;
  53. Vigilância Genômica aplicada às Doenças Infecciosas e Virais – 45h.

Inscrições

Para saber mais sobre os cursos gratuitos 100% online e fazer a inscrição clique aqui.

O post Inscrições abertas para 53 cursos gratuitos 100% online da Fiocruz; certificado grátis apareceu primeiro em Hora Brasil.

Pesquisadores Analisaram 280 Amostras de Água Engarrafada. Apenas Uma das Marcas Estava Livre de Microplásticos

 

Pesquisadores analisaram 280 amostras de água engarrafada. Apenas uma das marcas estava livre de microplásticos - © Jonathan Chng/Unsplash

Melhor sabor e cheiro e por questões de saúde. Esses são os dois principais motivos pelos quais as pessoas bebem água engarrafada, de acordo com um estudo da Universidade Autônoma de Barcelona. No entanto, isso é incompatível com uma coisa: a água engarrafada não é apenas muito mais cara do que a água da torneira, mas agora sabemos que ela também contém micro e nanoplásticos em quantidades muito maiores do que as estimadas.

O estudo: pesquisadores da Universidade de Columbia testaram três marcas populares de água engarrafada nos Estados Unidos (cujos nomes não foram divulgados) em busca de micro e nanoplásticos. Para isso, eles usaram uma nova técnica chamada microscopia de dispersão estimulada por Raman, baseada na sondagem das amostras com dois lasers simultâneos sintonizados para ressoar moléculas específicas.

Ao analisar sete plásticos comuns, os pesquisadores desenvolveram um algoritmo para interpretar os resultados. De acordo com Wei Min, co-inventor da técnica e coautor do estudo, “uma coisa é detectar e outra é saber o que está sendo detectado”.

O estudo descobriu que um litro de água engarrafada contém 240.000 fragmentos de plástico detectáveis, 10 a 100 vezes mais do que as estimativas anteriores. Especificamente, os pesquisadores afirmam ter encontrado entre 110.000 e 370.000 fragmentos de plástico em cada litro, 90% dos quais eram nanoplásticos. A esse respeito, é importante lembrar a diferença entre microplásticos e nanoplásticos:

  • Microplásticos: aqueles cujo tamanho varia entre 100 nanômetros e 5 milímetros
  • Nanoplásticos: aqueles cujo tamanho é igual ou menor que 100 nanômetros

Um dos plásticos mais comuns era o polipropileno tereftalato, mais conhecido como PET. É o material com o qual muitas garrafas são feitas. “Ele provavelmente entra na água quando pedaços dele se quebram quando a garrafa é espremida ou exposta ao calor”, dizem os pesquisadores, que citam outro estudo que sugere que ele também pode se quebrar quando a tampa é aberta e fechada repetidamente.

Embora a presença de PET seja comum, esse plástico é superado em número pela poliamida, um tipo de náilon que “provavelmente vem dos filtros plásticos usados para supostamente purificar a água antes do engarrafamento”, diz Beizhan Yan, pesquisador do estudo. Outros plásticos comuns encontrados pelos pesquisadores foram o poliestireno, o cloreto de polivinila e o polimetilmetacrilato.

A técnica utilizada analisa os sete plásticos mais comuns, mas há muitos outros plásticos. Segundo a Universidade de Columbia, “os sete tipos de plástico que os pesquisadores analisaram representam apenas cerca de 10% de todas as nanopartículas encontradas nas amostras; eles não têm ideia de quais são as demais. Se todos forem nanoplásticos, pode haver dezenas de milhões deles por litro”.

Já um estudo do CSIC e do Instituto de Saúde Global de Barcelona quis analisar a situação das águas vendidas na Espanha. Eles desenvolveram uma técnica para quantificar partículas de 0,7 a 20 micrômetros, bem como os aditivos químicos liberados na água e, para esse estudo, analisaram 280 amostras de 20 marcas comerciais de água. Apenas uma das marcas não continha microplásticos, mas todas as 280 amostras continham aditivos plásticos.


O resultado é que, em média, um litro de água contém 359 nanogramas de micro e nanoplásticos, uma quantidade comparável à encontrada na água da torneira em um estudo anterior realizado pelo mesmo grupo.

“A principal diferença que encontramos é o tipo de polímero: na água da torneira, encontramos mais polietileno e polipropileno, enquanto na água engarrafada encontramos principalmente polipropileno tereftalato (PET), mas também polietileno”, disse Cristina Villanueva, pesquisadora da ISGlobal e autora do estudo.

Considerando que bebemos dois litros de água por dia, os autores estimam “uma ingestão de 262 microgramas de partículas de plástico por ano”. No que diz respeito aos aditivos, foram detectados 28 aditivos plásticos, em sua maioria estabilizadores e plastificantes.

De acordo com os pesquisadores, “nosso estudo de toxicidade mostrou que três tipos de plastificantes apresentaram um risco maior para a saúde humana e, portanto, devem ser considerados nas análises de risco para os consumidores”.

FONTE: MSN

Chá de Graviola: Para Que Serve e Como Preparar/Graviola: 10 Benefícios e Como Usar

 

O chá de graviola é feito com as folhas, que é rica em acetogeninas, alcaloides, compostos fenólicos e vitaminas, o que faz com que esse chá tenha ação anti-inflamatória, anti-hipertensiva, imunomoduladora, antimicrobiana e antioxidante.

Assim, o chá de graviola pode ser usado para auxiliar no combate a febre e no tratamento de hipertensão, colesterol alto e diabetes, por exemplo, desde que recomendado pelo médico.

Apesar de possuir diversos benefícios para a saúde, o chá de graviola deve ser consumido com moderação, pois o consumo excessivo pode resultar em efeitos colaterais, como hipotensão, náuseas e vômitos.

Para que serve

O chá das folhas de graviola pode servir para diversas funções no corpo, sendo os principais:

1. Ajudar a controlar a diabetes

As folhas da graviola contém compostos fitoquímicos, como os taninos, flavonoides e triterpenoides, que ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue, já que inibem a atividade de uma enzima relacionada com o metabolismo de carboidratos. Dessa forma, tomar o chá de graviola todos os dias ajuda a manter equilibrado os níveis de glicose no sangue em pessoas com diabetes ou pré-diabetes. Veja como controlar o diabetes por meio de uma dieta saudável.

2. Diminuir o risco de câncer

As folhas da graviola tem compostos antioxidantes e citotóxicas que ajudam a eliminar os radicais livres do organismo, prevenindo o dano das células, evitando, assim, o desenvolvimento do câncer.

Além disso, essa planta medicinal promover a inibição do crescimento das células malignas, ajudando a combater diferentes tipos de câncer, como câncer de cólon, mama, próstata e pâncreas. No entanto, o chá de graviola não substitui o tratamento indicado pelo médico, servindo apenas para complementar o tratamento.

3. Atuar contra parasitas

Alguns dos compostos isolados das folhas e sementes de graviola possuem ação eficaz contra parasitas responsáveis por causar doenças, como amebíase, malária e tripanossomíase, por exemplo.

4. Atuar contra vírus e bactérias

O extratos das folhas de graviola tem compostos flavonoides, esteroides e alcaloides com propriedades antibacterianas contra Staphylococcus aureus e Escherichia coli, por exemplo, potencializando o efeito dos antibióticos e promover a eliminação mais eficaz dos microrganismos, além de evitar a replicação de alguns vírus.

5. Diminuir a pressão arterial

O extrato das folhas de graviola contém compostos alcaloides, como a coreximina, anomurina e reticulina, além de óleos essenciais que possuem propriedades hipotensivas que atuam bloqueando os canais iônicos de cálcio, permitindo que os vasos sanguíneos relaxem e abram, sendo útil para controlar a pressão arterial em pessoas com hipertensão. Veja cinco alimentos bons para a circulação.

6. Aumentar a resposta imunológica

O chá de graviola possui propriedades que promovem o aumento da quantidade de leucócitos, que são células do sangue que fazem parte do sistema imunológico, ajudando a prevenir e combater infecções e outras doenças, como gripes e resfriados.

7. Proteger o fígado

As folhas de graviola tem efeito hepatoprotetor, já que atuam evitando o dano no fígado causado por medicamentos, como o paracetamol, por exemplo, que podem afetar o fígado quando usado em excesso.

Além disso, o chá de graviola pode ajudar a combater a hiperbilirrubinemia ou icterícia, que é provocada por alterações no fígado ou nos ductos biliares.

8. Ajudar a curar problemas no estômago

O extrato das folhas de graviola tem um efeito protetor gástrico, ajudando a aliviar os sintomas de alguns problemas gástricos, como as úlceras e a gastrite, devido aos seus compostos antioxidantes que ajudam a proteger a parede gástrica, diminuindo a acidez, dor e mal-estar.

9. Diminuir o estresse e a ansiedade

Devido ao teor de compostos alcaloides, o chá de graviola ajuda a diminuir a ansiedade, o estresse e a insônia, já que essas substâncias atuam no sistema nervoso central, exercendo efeitos relaxantes, além de melhorar o estado de ânimo. Veja como o estresse afeta o coração.

10. Promover a cicatrização de feridas

O extrato das folhas de graviola contém compostos antioxidantes que protegem o tecido contra o dano oxidativo, acelerando o processo de cicatrização das feridas, além de aumentar a disponibilidade de colágeno e proteínas que promovem o crescimento de novas células para reparar o tecido. Dessa forma, o chá de graviola na forma de cataplasma pode ser utilizado para colocar em feridas e, assim, favorecer a sua cicatrização de forma mais rápida.

Propriedades do chá das folhas da graviola

As folhas da graviola são ricas em fitoquímicos, como acetogeninas, alcaloides, compostos fenólicos, vitaminas e carotenoides, o que garante as propriedades hipoglicemiante, hipotensiva, anti-espasmódica, sedativa, anticancerígena, anti-inflamatória, imunomoduladora, antimicrobiana, cicatrizante e sedativa. 

Como fazer o chá

O chá de graviola é fácil e rápido de fazer, podendo ser consumidas 2 a 3 xícaras de chá de graviola por dia, de preferência após as refeições.

Ingredientes

  • 10 g de folhas de graviola secas;
  • 1 litro de água fervente.

Modo de preparo

Para fazer o chá, basta colocar as folhas de graviola na água fervente e deixar por cerca de 10 minutos. Em seguida, deve-se coar e consumir quando estiver morno após as refeições.

Por quanto tempo tomar o chá

Não existem estudos científicos que indiquem por quanto tempo é seguro tomar o chá das folhas de graviola, mas a recomendação geral para qualquer tipo de chá é que se tome durante 3 meses e faça uma pausa de 1 mês.

No entanto, é importante consultar o profissional de saúde especialista em plantas naturais ou fitoterapeuta antes de iniciar o consumo do chá de graviola, já que o tempo de uso pode variar de acordo com o estado de saúde da pessoa.

Efeitos colaterais

Apesar da graviola possuir diversos benefícios, o consumo do chá de graviola deve ser orientado pelo fitoterapeuta ou nutricionista, pois o consumo em quantidades pode resultar em náuseas, vômitos, diminuição brusca da pressão e alterações intestinais.

Além disso, devido às suas propriedades antimicrobianas, é capaz de eliminar as bactérias boas do organismo quando consumida em excesso.

Quem não deve consumir

O chá de graviola não é indicado para mulheres grávidas, já que pode levar ao parto prematuro ou aborto. Também não é recomendado para mulheres em fase de amamentação e crianças, já que não existem estudos suficientes sobre a segurança desse chá nessas condições.

Pessoas que fazem uso de medicamentos anti-hipertensivos, antidiabéticos ou anticoagulantes devem consultar o médico antes de consumir o chá de graviola.

Graviola: 10 benefícios e como usar (com receitas)


A graviola é uma fruta fonte de fibras que diminuem a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, promovendo o controle dos níveis de glicose no sangue e prevenindo, assim, a resistência à insulina e a diabetes.

A graviola possui casca verde e espinhos, e a polpa branca, de sabor doce e levemente ácido, podendo ser consumida ao natural ou usada no preparo de sucos, mousses, vitaminas e sobremesas. Além disso, as folhas da graviola também podem ser usadas no preparo de chás.

Conhecida também como jaca-do-pará ou jaca-de-pobre, a graviola tem ótimas quantidades de vitamina C e flavonoides, compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória que combatem o excesso de radicais livres e reduzem as inflamações, ajudando a aliviar problemas gástricos e prevenir o surgimento de doenças, como pressão alta e catarata.


Principais benefícios

A graviola promove muitos benefícios para a saúde, como.

1. Alivia doenças inflamatórias

A graviola possui propriedades anti-inflamatórias promovendo a redução de citocinas pró-inflamatórias, que são produzidas no organismo em caso de inflamação, sendo muito útil para melhorar os sintomas de algumas doenças inflamatórias, como artrite, artrose e reumatismo. 

2. Ajuda a regular o açúcar no sangue

A graviola contém ótimas quantidades de antioxidantes que protegem as células do pâncreas responsáveis pela produção da insulina, evitando, assim, a resistência à insulina e a diabetes.

Além disso, a graviola também possui boas quantidades de fibras, que diminuem a velocidade de absorção de açúcar, ajudando a equilibrar os níveis de glicose no sangue, promovendo o controle da diabetes em pessoas que já têm a doença.

3. Diminui o colesterol LDL

As folhas e a fruta podem ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL, já que contêm flavonoides, taninos e substâncias ativas alcaloides. Além disso, a graviola possui fibras solúveis que ajudam a diminuir a absorção de colesterol a nível intestinal.

Por isso, o consumo regular de graviola ajuda a manter a saúde do coração, prevenindo doenças como aterosclerose e infarto.

4. Protege o estômago

A graviola possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, que reduzem os danos causados pelos radicais livres no estômago e favorecem a diminuição da acidez gástrica, sendo um alimento muito benéfico para proteger o estômago, melhorar a digestão e ajudar a controlar algumas doenças, como úlceras e gastrites.

5. Melhora a ansiedade e estresse

A folha graviola contém anonaina e asimilobina, compostos com propriedades relaxantes que agem no sistema nervoso central, interagindo com a serotonina, um neurotransmissor responsável pela regulação do humor, melhorando, assim, a ansiedade e o estresse.

6. Ajuda a controlar a pressão arterial

A graviola contém potássio, um mineral essencial para ajudar a eliminar o excesso de sódio do organismo pela urina, promovendo o controle da pressão arterial.

Além disso, essa fruta também possui antioxidantes que promovem a saúde das artérias e relaxam os vasos sanguíneos, facilitando a circulação de sangue e ajudando, assim, no controle da pressão alta.

7. Fortalece o sistema imunológico

Por ser rica em compostos anti-inflamatórios e antioxidantes, como vitamina C, e quercetina, a graviola ajuda a combater o excesso de os radicais livres e fortalecer as células do sistema imunológico, evitando o surgimento de situações como alergias, gripes e resfriados, por exemplo.

8. Combate a prisão de ventre

A graviola ajuda a combater a prisão de ventre, porque é rica em água e fibras, que promovem os movimentos naturais do intestino e a formação do bolo fecal, facilitando a eliminação das fezes.

9. Mantém a hidratação do corpo

A polpa da graviola contém em torno de 81,2 % de água, sendo um importante alimento para melhorar a hidratação do corpo, podendo ser consumida durante os climas mais quentes ou durante as práticas de atividade física, ajudando a prevenir a desidratação.

10. Diminuir o risco de câncer

Estudos recentes, mostraram que a graviola é rica em acetogeninas, um grupo de compostos metabólicos que possuem efeito citotóxico, podendo, assim, combater as células cancerígenas.

Além disso, observou-se em alguns estudos que o consumo da graviola a longo prazo pode diminuir o risco de alguns tipos de câncer, como de mama, cólon, pulmão e próstata.

No entanto, todos os estudos foram feitos somente em laboratórios, com células isoladas e animais, sendo necessário ainda pesquisas em seres humanos para comprovar o possível efeito dessa fruta sobre as células cancerígenas. 

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 g de graviola:

Componentes nutricionais100 g de graviola
Energia66 calorias
Proteínas1 g
Gorduras0,3 g
Carboidratos16,8 g
Fibras3,3 g
Vitamina B10,07 mg
Vitamina B2 0,05 mg
Vitamina B30,9 mg
Ácido fólico14 mcg
Vitamina C20,6 mg
Cálcio14 mg
Magnésio21 mg
Fósforo 27 mg
Ferro0,6 mg
Potássio278 mg

Para se obter todos os benefícios da graviola, é importante também manter uma alimentação variada e saudável e praticar exercícios físicos regularmente. 

Como consumir

A graviola pode ser consumida ao natural ou usada em preparações, como sucos, mousses e sorvetes. Além disso, as folhas da graviola também podem ser usadas para o preparo de chás.

  • Chá de graviola: colocar 10 g de folhas secas de graviola em 1 litro de água fervente. Tampar a bebida e deixar descansar por 5 a 10 minutos. Coar e beber até 3 xícaras por dia após as refeições;
  • Suco de graviola: colocar em um liquidificador 1 xícara de graviola picada e sem sementes, 500 ml de água e 1 col de sobremesa de açúcar mascavo, ou adoçante. Bater, até ficar uma mistura homogênea, e servir em seguida.

Outra forma de consumir a graviola é através de suplementos em cápsulas, onde a dosagem geralmente indicada é de 2 cápsulas por dia, 30 minutos antes das refeições.

No entanto, a graviola pode causar alguns efeitos colaterais e, por isso, esses suplementos só devem ser consumidos sob a orientação de um médico, nutricionista ou fitoterapeuta.

Para saber melhor como consumir a graviola, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

Possíveis efeitos colaterais

Alguns estudos realizados em animais demonstraram que o consumo excessivo e a longo prazo de graviola, seja na forma natural ou como chá ou cápsula, pode ter efeito neurotóxico, causando danos nos nervos e alterações nos movimentos.

Além disso, a graviola pode, em alguns casos, causar neuropatia grave que pode ter sintomas semelhantes à doença de Parkinson, como tremores e rigidez muscular.

Quem não deve consumir

Existem poucas informações sobre a segurança do consumo da graviola durante a gravidez e a amamentação, de forma que deve ser consumida apenas sob orientação médica.

A fruta e as folhas consumidas na forma de chá de graviola também não devem ser consumidas por pessoas com doença de Parkinson e com pressão arterial baixa, já que podem piorar os sintomas.

Além disso, pessoas pessoas com problemas no fígado ou rins, ou que fazem uso de medicamentos para depressão, para pressão alta e diabetes, devem informar ao médico antes de consumir a graviola ou o chá, já que pode haver interação com os medicamentos.

FONTE: Tua Saúde

Postagens Populares: