Os mitos da comida de microondas:

De acordo com Luís Fernando Haruna, formado em Física e estudante de Engenharia de Alimentos na Unicamp, Universidade de Campinas, a maioria das afirmações sobre o assunto é mito. Não há nada de diferente entre os alimentos próprios para microondas e os convencionais que os impeça de serem preparados em fornos e fogões . O único diferencial é que a onda emitida pelo eletrodoméstico consegue aquecer qualquer comida de forma mais rápida que outros métodos, o que também explica o motivo desses produtos serem comercializados em um recipiente específico. A embalagem é desenvolvida de tal maneira que a distribuição das ondas se torna a mesma em todas as partes do alimento. Além disso, esse sistema impede que uma explosão aconteça no instante em que a água se transforma em vapor , esclarece. Uma preocupação comum entre as pessoas é em relação à radiação emitida pelo aparelho. Segundo o mestre em física, Rogério Menezes de Almeida, estudante de doutorado e atualmente professor de Física na Unicamp, esse processo aquece os alimentos por meio da vibração molecular que provoca, mas não danifica a comida. As microondas têm efeitos estritamente térmicos e, portanto, não alteram a estrutura molecular do item que está sendo irradiado , garante o professor.
Almeida também desmente a história de que a exposição a esses raios poderia causar câncer. A freqüência envolvida não é suficientemente alta para ionizar os átomos de tecidos biológicos e, portanto, não causam mutações nas células . O máximo que poderia acontecer seriam queimaduras na pele e no músculo, já que a radiação reage principalmente com as moléculas de água, que são o principal componente do corpo humano. Segundo o site do Inmetro, Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, ainda não foi estipulado qual o grau de exposição considerado seguro, mas, para evitar possíveis acidentes, só é autorizada a comercialização do forno se as portas não permitirem a saída dessa radiação.
Problemas da comida moderna:
O que dá para perceber é que o problema não está somente nos produtos para microondas, mas em todos os alimentos pré-fabricados, que contêm corantes, aromatizantes e conservantes, como alerta a nutricionista clínica Adriana Biral. O diacetil, acusado de prejudicar a saúde do americano citado na notícia, é um dos responsáveis pelo aroma de manteiga da pipoca e nada tem a ver com a composição da embalagem, como foi dito em alguns veículos.
Ultimamente, não só a pipoca, mas tudo que comemos contém algum ingrediente artificial para realçar e prolongar seu sabor e sua aparência saudável. Segundo Adriana, um dos grandes vilões nessa história é a gordura hidrogenada, que é produzida industrialmente a partir do óleo vegetal. A substância causa um aspecto crocante e viçoso porque solidifica os alimentos, porém esse lipídio também causa o enrijecimento dos vasos sangüíneos. O óleo vegetal é uma gordura insaturada, portanto faz bem para a saúde. O processo de modificação desse óleo transforma o que era insaturado em saturado, o que é muito mais prejudicial ao ser humano e pode causar inúmeras doenças, como arteriosclerose e aumento do colesterol ruim e das triglicérides , explica a nutricionista. Adriana Furquin, professora do curso de Gastronomia do Senac, avisa que não há problema algum em comer esses alimentos. O homem sempre consumiu gordura, ele precisa dela para sobreviver, mas hoje em dia o abuso é grande. Desde a batata frita, até a papinha para criança, tudo contém gordura em excesso. Impossível não prejudicar o organismo de uma pessoa , conforma-se.
Ultimamente, não só a pipoca, mas tudo que comemos contém algum ingrediente artificial para realçar e prolongar seu sabor e sua aparência saudável. Segundo Adriana, um dos grandes vilões nessa história é a gordura hidrogenada, que é produzida industrialmente a partir do óleo vegetal. A substância causa um aspecto crocante e viçoso porque solidifica os alimentos, porém esse lipídio também causa o enrijecimento dos vasos sangüíneos. O óleo vegetal é uma gordura insaturada, portanto faz bem para a saúde. O processo de modificação desse óleo transforma o que era insaturado em saturado, o que é muito mais prejudicial ao ser humano e pode causar inúmeras doenças, como arteriosclerose e aumento do colesterol ruim e das triglicérides , explica a nutricionista. Adriana Furquin, professora do curso de Gastronomia do Senac, avisa que não há problema algum em comer esses alimentos. O homem sempre consumiu gordura, ele precisa dela para sobreviver, mas hoje em dia o abuso é grande. Desde a batata frita, até a papinha para criança, tudo contém gordura em excesso. Impossível não prejudicar o organismo de uma pessoa , conforma-se.
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